Forwarded from UNIÃO CATÓLICA PORTUGUESA
ECCE HOMO…
Eis o Homem, dentre todos O mais Santo, apresentado diante de um povo iníquo que exige a Sua morte, e morte de Cruz.
Eis o Homem, massacrado sem culpa devido aos nossos delitos.
ECCE HOMO…
Ficaremos indiferentes ao Homem-Deus e a tudo o que fizemos para que fosse este o Seu fim?
Mudemos de vida, entreguemo-nos ao serviço d’Aquele que Se deu totalmente por nós; não gritemos “Crucifica-O”, mas sim “Perdoai-me, Jesus, que ides por mim morrer na Cruz”.
ECCE HOMO…
Eis o Homem que tanto nos amou a ponto de por nós morrer pregado num madeiro.
Eis o Homem, dentre todos O mais Santo, apresentado diante de um povo iníquo que exige a Sua morte, e morte de Cruz.
Eis o Homem, massacrado sem culpa devido aos nossos delitos.
ECCE HOMO…
Ficaremos indiferentes ao Homem-Deus e a tudo o que fizemos para que fosse este o Seu fim?
Mudemos de vida, entreguemo-nos ao serviço d’Aquele que Se deu totalmente por nós; não gritemos “Crucifica-O”, mas sim “Perdoai-me, Jesus, que ides por mim morrer na Cruz”.
ECCE HOMO…
Eis o Homem que tanto nos amou a ponto de por nós morrer pregado num madeiro.
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Forwarded from UNIÃO CATÓLICA PORTUGUESA
É para nós uma obrigação indispensável levar a nossa cruz; só a este título podemos ser cristãos; só com este sinal nos quererá Deus Salvador pôr no número dos Seus.
Ele mesmo o declarou expressamente e muitas vezes: quem quiser vir após de Mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me (Mt 16, 24). E confirma este oráculo e esta obrigação, dizendo: O que não leva a sua cruz e não Me segue, não pode ser Meu discípulo (Lc 14, 27).
Não somos discípulos de Jesus se não trazemos a Sua vesti-menta; e a vestimenta principal e a mais notável é a cruz; é este o voto que fizemos no Baptismo e devemos cumpri-lo até à morte. Renunciar a levar a cruz é renunciar à profissão do cristianismo e à qualidade gloriosa de filhos e discípulos de Jesus Cristo.
Mas qual é a cruz que devemos levar? É a nossa, isto é, a que Jesus Cristo nos enviar, a que Ele nos escolher, a que vier da Sua mão.
– Pe. Bartolomeu Baudrand, A Alma no Calvário, pp. 108-09
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