🇮🇱 🇲🇦 Israel and Morocco are strengthening ties.
The two countries agreed to open full embassies, appoint ambassadors, expand direct flights and deepen economic cooperation, building on relations restored in 2020. https://t.co/BHmhXYKx8b
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The United States is extending visa sanctions against Palestinian Authority and PLO officials after determining that they once again failed to meet their commitments.
Paying terrorists, inciting violence, and using international institutions to wage political warfare against Israel must have consequences.
Accountability is not an obstacle to peace. It is a requirement for it.
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A Tailândia determinou a deportação do francês Kevin Dimino, cofundador do Samui Exotic Park, na ilha de Koh Samui, após ele proibir a entrada de visitantes israelenses no zoológico.
Segundo a imprensa internacional, a ordem foi assinada pelo primeiro-ministro tailandês Anutin Charnvirakul. Autoridades locais afirmaram que a conduta do proprietário teria provocado divisões religiosas e conflitos entre turistas estrangeiros.
O caso ganhou repercussão após denúncias de discriminação contra israelenses no parque. A decisão ocorre poucos dias depois de a Tailândia também ordenar a deportação de um cidadão israelense acusado de ameaçar o proprietário do zoológico.
Outro caso de antissemitismo na Tailândia ocorreu recentemente, com o restaurante Pun Pun Thai Food, na ilha de Koh Phangan, província de Surat Thani.
O proprietário proibia a entrada de israelenses e incentivava os turistas a tirarem fotos com as placas afixadas, com os dizeres “Turista de Israel sem X”.
Barrar pessoas por serem israelenses não é “posição política”. É um ato inaceitável de antissemitismo e xenofobia, alimentado por um clima cada vez mais perigoso de hostilidade contra judeus e israelenses ao redor do mundo.
Via: New York Post / Times of Israel/ N12.
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Segundo a imprensa internacional, a ordem foi assinada pelo primeiro-ministro tailandês Anutin Charnvirakul. Autoridades locais afirmaram que a conduta do proprietário teria provocado divisões religiosas e conflitos entre turistas estrangeiros.
O caso ganhou repercussão após denúncias de discriminação contra israelenses no parque. A decisão ocorre poucos dias depois de a Tailândia também ordenar a deportação de um cidadão israelense acusado de ameaçar o proprietário do zoológico.
Outro caso de antissemitismo na Tailândia ocorreu recentemente, com o restaurante Pun Pun Thai Food, na ilha de Koh Phangan, província de Surat Thani.
O proprietário proibia a entrada de israelenses e incentivava os turistas a tirarem fotos com as placas afixadas, com os dizeres “Turista de Israel sem X”.
Barrar pessoas por serem israelenses não é “posição política”. É um ato inaceitável de antissemitismo e xenofobia, alimentado por um clima cada vez mais perigoso de hostilidade contra judeus e israelenses ao redor do mundo.
Via: New York Post / Times of Israel/ N12.
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No episódio "Levante" desta semana, Caio Blinder, Felipe Moura Brasil e Samuel Feldberg conversam sobre o documentário "Naza", feito por dois cineastas israelenses e ganhador do Prêmio Especial do Júri no Festival de Veneza deste ano.
Naza faz críticas a ações de Israel na guerra na Faixa de Gaza, baseadas em depoimentos anônimos e sem comprovações. "Ter recebido 25 minutos recordes de ovação no festival não faz sentido", diz Blinder.
Feldberg afirma que o documentário é um libelo feito por dois israelenses que acusam, sem fundamentos, Israel de genocídio e foi premiado na cidade que abrigou o primeiro gueto de judeus, na Segunda Guerra.
"Há um complexo de elementos que remetem a vínculos antissemitas", diz o professor.
Assista o episódio completo do "Levante" no canal da StandWith Us Brasil no YouTube.
https://t.co/L8fU03yehF
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Naza faz críticas a ações de Israel na guerra na Faixa de Gaza, baseadas em depoimentos anônimos e sem comprovações. "Ter recebido 25 minutos recordes de ovação no festival não faz sentido", diz Blinder.
Feldberg afirma que o documentário é um libelo feito por dois israelenses que acusam, sem fundamentos, Israel de genocídio e foi premiado na cidade que abrigou o primeiro gueto de judeus, na Segunda Guerra.
"Há um complexo de elementos que remetem a vínculos antissemitas", diz o professor.
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NAZA: O NOVO LIBELO DE SANGUE SOBRE A FAIXA DE GAZA | #CORTESLEVANTE
No Levante desta semana, Caio Blinder, Samuel Feldberg e Felipe Moura Brasil comentaram a recente reprecussão tanto da série israelense Fauda quanto do documentário NAZA.
Ao mencionar sua visão crítica ao documentário, Feldberg lembrou como a produção evoca…
Ao mencionar sua visão crítica ao documentário, Feldberg lembrou como a produção evoca…
📟 2 years ago today, Israel turned thousands of Hezbollah's own pagers and walkie-talkies into weapons against the group, in one of the most audacious intelligence operations in modern history, striking at its command network years in the making. https://t.co/LQ5q4QmfTk
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RT @StandWithUsCA: “We have these laws on the books. You are not allowed to stand on a street corner in the middle of a neighbourhood waving a terrorist flag and screaming genocidal slogans at your fellow Canadians. That is already illegal.”
When it comes to acts of hate and antisemitism, @MelissaLantsman points to a lack of enforcement of existing laws as a key problem, not a lack of laws to begin with.
Whether on our streets or within our schools, laws and protocols need to be enforced, and those responsible for doing so must be held accountable for the safety of the Jewish community and the country as a whole.
Head to the link in bio to watch the full interview under “Breaking the Narrative Podcast.”
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A equipe de Ed Sheeran está em contato com a polícia da Filadélfia para reforçar a segurança do show marcado para sábado (19), no Lincoln Financial Field, após a polêmica envolvendo a saída de Macklemore da turnê.
Macklemore foi removido das datas restantes depois de transformar apresentações no MetLife Stadium, em Nova Jersey, em atos políticos anti-Israel. No palco, o rapper gritou “Free Palestine”, acusou Israel de “apartheid” e “genocídio” e exibiu imagens e mensagens políticas nos telões.
Após a repercussão, Ed Sheeran se pronunciou defendendo uma postura de diálogo e paz, deixando claro que seus shows não deveriam se transformar em palanques políticos. Ele afirmou que o sofrimento de israelenses e palestinos é uma tragédia humana e que acredita em diplomacia e entendimento, não em mais divisão.
Em sua declaração, disse: “O sofrimento e a dor causados a ambos os lados [israelenses e palestinos] constituem uma tragédia humana. Há guerras demais pelo mundo causando dor imensurável; nenhuma delas deveria ser tolerada.”
Agora, para a apresentação na Filadélfia, haverá presença reforçada de policiais dentro e fora do estádio, além de medidas adicionais de segurança. Até o momento, não há uma ameaça específica contra Ed Sheeran.
Também está previsto um protesto pró-Palestina do lado de fora do estádio, em meio à repercussão da saída de Macklemore e da posição adotada por Sheeran.
Via: TMZ / Variety / Rolling Stone.
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Macklemore foi removido das datas restantes depois de transformar apresentações no MetLife Stadium, em Nova Jersey, em atos políticos anti-Israel. No palco, o rapper gritou “Free Palestine”, acusou Israel de “apartheid” e “genocídio” e exibiu imagens e mensagens políticas nos telões.
Após a repercussão, Ed Sheeran se pronunciou defendendo uma postura de diálogo e paz, deixando claro que seus shows não deveriam se transformar em palanques políticos. Ele afirmou que o sofrimento de israelenses e palestinos é uma tragédia humana e que acredita em diplomacia e entendimento, não em mais divisão.
Em sua declaração, disse: “O sofrimento e a dor causados a ambos os lados [israelenses e palestinos] constituem uma tragédia humana. Há guerras demais pelo mundo causando dor imensurável; nenhuma delas deveria ser tolerada.”
Agora, para a apresentação na Filadélfia, haverá presença reforçada de policiais dentro e fora do estádio, além de medidas adicionais de segurança. Até o momento, não há uma ameaça específica contra Ed Sheeran.
Também está previsto um protesto pró-Palestina do lado de fora do estádio, em meio à repercussão da saída de Macklemore e da posição adotada por Sheeran.
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Há 48 anos, em 17 de setembro de 1978, os Acordos de Camp David foram assinados entre Israel e Egito, na cidade de Camp David, em Maryland.
Na ocasião, o então presidente dos EUA, Jimmy Carter, convidou o presidente egípcio, Anwar Sadat, e o primeiro-ministro israelense, Menachem Begin, para negociações. Após 12 dias de intenso debate, os Acordos foram assinados.
Camp David transformou a relação de confronto militar entre Israel e Egito em uma relação de paz formal, com a devolução das colinas do Sinai ao Egito e importantes consequências para a geopolítica do Oriente Médio.
No ano seguinte, em 26 de março, foi então formalizado o Tratado de Paz, transformando a assinatura dos Acordos em um momento marcante na história da região.
Que este evento histórico sirva de exemplo para a busca pela paz em todo o Oriente Médio.
Via: BBC
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Na ocasião, o então presidente dos EUA, Jimmy Carter, convidou o presidente egípcio, Anwar Sadat, e o primeiro-ministro israelense, Menachem Begin, para negociações. Após 12 dias de intenso debate, os Acordos foram assinados.
Camp David transformou a relação de confronto militar entre Israel e Egito em uma relação de paz formal, com a devolução das colinas do Sinai ao Egito e importantes consequências para a geopolítica do Oriente Médio.
No ano seguinte, em 26 de março, foi então formalizado o Tratado de Paz, transformando a assinatura dos Acordos em um momento marcante na história da região.
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Holocaust survivors dancing in Israel on the high holidays, full of life and joy.
Am Yisrael Chai 🇮🇱 https://t.co/aY34pW0g2N
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O jogador da NBA Kyle Kuzma disse algo que mais pessoas precisam ouvir.
Defender a liberdade dos palestinos também deveria significar defender que eles sejam livres do Hamas, grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, do terrorismo apoiado pelo regime iraniano e de lideranças que colocam civis em risco e os utilizam como escudos humanos.
É possível se importar com a vida dos palestinos e, ao mesmo tempo, condenar organizações terroristas que exploram essa população para alcançar seus próprios objetivos.
Como resumiu Kuzma: “A compaixão não pode ser seletiva.”
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Defender a liberdade dos palestinos também deveria significar defender que eles sejam livres do Hamas, grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, do terrorismo apoiado pelo regime iraniano e de lideranças que colocam civis em risco e os utilizam como escudos humanos.
É possível se importar com a vida dos palestinos e, ao mesmo tempo, condenar organizações terroristas que exploram essa população para alcançar seus próprios objetivos.
Como resumiu Kuzma: “A compaixão não pode ser seletiva.”
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Al Jazeera just dismissed 24 Gaza based staff, including journalists named in the terror support lawsuit that @ShuratHaDin brought against the network with major research and legal support from StandWithUs.
Coincidence? The timing says otherwise. Journalism is not a shield for terrorism.
https://t.co/F74ffTDTP8
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You are here 📍 https://t.co/6DzRGtMpJF
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How do you turn a child into a terrorist? Start in the classroom.
Muhammad Khairal-Najjar was 17. Palestinian textbooks are still teaching kids to glorify terror, build weapons, and see Israel as the enemy, instead of teaching them how to think, not who to hate. https://t.co/VNptmBYLBB
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After making headlines for his anti-Israel comments and being dropped from future dates on Ed Sheeran’s tour, Macklemore just pledged $1 million to six Palestinian organizations.
But does he actually know where that money is going?
We do. And you should too. https://t.co/u0yJ9IwSYv
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Video
Ontem (17), Gustavo Scarpa, jogador do Atlético-MG, usou suas redes sociais para recomendar “A Noite”, de Elie Wiesel, sobrevivente do Holocausto e vencedor do Prêmio Nobel da Paz.
O livro é baseado nas experiências vividas por Wiesel durante o Holocausto, genocídio de 6 milhões de judeus perpetrado pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial. No vídeo, Scarpa classificou o tema como “delicado”, leu trechos da obra e reagiu aos relatos sobre a brutalidade do nazismo.
A indicação chama ainda mais atenção porque, recentemente, Scarpa também recomendou “A Morte de Ivan Ilitch”, de Liev Tolstói. Depois da publicação, o clássico russo ganhou enorme visibilidade e chegou ao topo das listas de livros mais vendidos no Brasil.
Em uma época de crescimento do antissemitismo e em que o negacionismo e a distorção do Holocausto ainda encontram espaço, é especialmente importante que pessoas com grande alcance usem suas redes para dar visibilidade a esse tipo de relato. Manter viva a memória do que aconteceu também é uma forma de enfrentar o ódio, a desinformação e as tentativas de apagar a história.
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O livro é baseado nas experiências vividas por Wiesel durante o Holocausto, genocídio de 6 milhões de judeus perpetrado pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial. No vídeo, Scarpa classificou o tema como “delicado”, leu trechos da obra e reagiu aos relatos sobre a brutalidade do nazismo.
A indicação chama ainda mais atenção porque, recentemente, Scarpa também recomendou “A Morte de Ivan Ilitch”, de Liev Tolstói. Depois da publicação, o clássico russo ganhou enorme visibilidade e chegou ao topo das listas de livros mais vendidos no Brasil.
Em uma época de crescimento do antissemitismo e em que o negacionismo e a distorção do Holocausto ainda encontram espaço, é especialmente importante que pessoas com grande alcance usem suas redes para dar visibilidade a esse tipo de relato. Manter viva a memória do que aconteceu também é uma forma de enfrentar o ódio, a desinformação e as tentativas de apagar a história.
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Na terça-feira (15), completaram-se seis anos da assinatura dos Acordos de Abraão, firmados inicialmente entre Israel e os Emirados Árabes Unidos e, posteriormente, com Bahrein, Marrocos e Sudão.
O tratado teve mediação dos EUA e estabeleceu a normalização das relações diplomáticas entre os países signatários.
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