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Hoje, o Presidente do Partido Socialista, Carlos César, após o encontro com o Presidente da República no Palácio de Belém, deixou claro que o Partido Socialista viabilizará o Governo da Aliança Democrática, respeitando aquela que é a vontade do povo português. Ressalvando, também, que essa posição não se trata de subscrever no todo, ou em parte, o programa eleitoral da AD.
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A composição do novo Governo da AD confirma a total ausência de mudança.
O Partido Socialista considera grave a ausência de resposta e visão face ao visível agravamento da situação económica e social, bem como à crise que o SNS atravessa. Este novo elenco governativo subalterniza a cultura, relegadando-a para segundo plano, desvalorizando um setor essencial à vitalidade democrática e ao desenvolvimento do País. O Partido Socialista não subscreve a visão da AD para enfrentar os desafios que Portugal tem pela frente.
O Partido Socialista considera grave a ausência de resposta e visão face ao visível agravamento da situação económica e social, bem como à crise que o SNS atravessa. Este novo elenco governativo subalterniza a cultura, relegadando-a para segundo plano, desvalorizando um setor essencial à vitalidade democrática e ao desenvolvimento do País. O Partido Socialista não subscreve a visão da AD para enfrentar os desafios que Portugal tem pela frente.
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Na cerimónia que assinalou o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, o Presidente do PS, Carlos César, sublinhou a importância da firmeza, não só pedagógica, mas firmeza política, para não se abrir caminho a tendências totalitárias e que, infelizmente, pululam hoje também no nosso País.
Hoje na cerimónia no Mosteiro dos Jerónimos, celebrámos os 40 anos da assinatura do Tratado de Adesão de Portugal à União Europeia, um marco decisivo para a democracia e para o progresso económico e social.
Recordamos que Mário Soares foi o rosto deste momento histórico: nunca desistiu da ideia europeia como caminho para a justiça social, a liberdade e o desenvolvimento do nosso País. Hoje, celebramos esse legado e reafirmamos o compromisso do Partido Socialista com a Europa.
Recordamos que Mário Soares foi o rosto deste momento histórico: nunca desistiu da ideia europeia como caminho para a justiça social, a liberdade e o desenvolvimento do nosso País. Hoje, celebramos esse legado e reafirmamos o compromisso do Partido Socialista com a Europa.
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Assinalando os 40 anos da assinatura do Tratado de Adesão de Portugal à União Europeia, o Presidente do PS, Carlos César, sublinhou que foi o Partido Socialista quem liderou e apresentou o pedido de adesão à Comunidade Económica Europeia e quem assinou o Tratado que hoje se comemora. Destacou que o PS foi o partido que liderou politicamente a adesão, perante a desconfiança que a direita sempre manifestou em relação a esse desígnio. Quarenta anos depois, essa responsabilidade mantém-se. Cabe ao PS reafirmar-se como fator de confiança na democracia, na unidade europeia e na relação de Portugal com o mundo.
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Com a eleição do futuro Secretário-Geral, o PS dá o primeiro passo para reforçar a normalidade institucional e consolidar o trabalho em curso.Iniciamos,assim, uma nova etapa com foco nas eleições autárquicas, apoiando todos os que, em nome do PS, lutam por um País melhor. Esta é uma eleição fundamental, que exige união, abertura e compromisso. O PS está forte, ficará mais forte e será, com os portugueses, uma força vencedora.
O Partido Socialista, representado pelo seu Presidente, Carlos César, e pelo deputado e candidato único a Secretário-Geral, José Luís Carneiro, foi esta tarde recebido na Residência Oficial do Primeiro-Ministro pelo Primeiro-ministro Luís Montenegro.