📢🔥UJC Maringá
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🚩Canal de informações da UJC em Maringá🚩

"O comunismo é a juventude do mundo!"
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📢ATO PARA REVOGAÇÃO DO NOVO ENSINO MÉDIO

🔥Nesta quarta-feira, 15/03, UJC esteve presente juntamente com os estudantes maringaenses e de todo o Brasil para pedir pela REVOGAÇÃO DO NOVO ENSINO MÉDIO.

Esse novo modelo prejudica a formação dos estudantes, com novas disciplinas e redução da carga horária das já existentes. Buscando formar uma força de trabalho que apenas reproduza o modelo capitalista atual, sem questionar a precarização dos trabalhos e a desigualdade crescente no país!

🚩EM DEFESA DE CONDIÇÕES DIGNAS PARA DOCENTES, PEDAGOGOS, DIRETORES E DEMAIS TRABALHADORES!

🚩CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO, PRECARIZAÇÃO E SUCATEAMENTO DO ENSINO PÚBLICO!

🚩CONTRA O PROJETO ESCOLA SEM PARTIDO!

🚩CONTRA A EMENDA CONSTITUCIONAL 95(TETO DE GASTOS) QUE LIMITA O INVESTIMENTO EM SAÚDE E EDUCAÇÃO!

https://www.instagram.com/p/Cp0j2FsPeLD/?igshid=MDJmNzVkMjY=
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✊🏼🚩15/03 EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Além das manifestações pela revogação do Novo Ensino Médio, dia 15 também foi dia de paralisação dos professores na UEM e demais universidades do Paraná pela reposição salarial e pela defesa das universidades públicas.

Seguido do roteiro de atividades durante o dia, organizado pela SESDUEM(Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá), o movimento estudantil uniu forças aos trabalhadores da educação e professores em ato em frente à UEM.  

O ato saiu em passeata da UEM ao Terminal Urbano, reivindicando a revogação do Novo Ensino Médio e melhores condições para docentes, estudantes e trabalhadores da educação nas universidades públicas. Durante o trajeto, foi distribuído material denunciando o desmonte da educação.

🔥📢 ORGANIZAR ESTUDANTES, PROFESSORES E TRABALHADORES PELA CONSTRUÇÃO DE UMA UNIVERSIDADE POPULAR! ✊🏼
https://www.instagram.com/p/Cp31VTSNPyr/?igshid=MDJmNzVkMjY=
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O MUP presta solidariedade aos docentes universitários do Paraná que deliberaram por paralisar suas atividades no dia 11 de Abril.

A recusa à reposição salarial justa por parte do estado é expressão do projeto de desmonte e sucateamento das universidades públicas, que não afeta somente os professores e servidores, mas também os alunos, por exemplo, na falta de investimento em políticas de permanência estudantil e de pesquisa e desenvolvimento científico

Curta e Compartilhe o Post:
https://www.instagram.com/p/Cq3r35AvS_0/
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🗣‼️ Tá disponível a Nota Política da UJC e do MUP rumo ao CONEG e ao CONUNE

🔥 Se aproxima o 59º Congresso da União Nacional dos Estudantes (CONUNE), o fórum máximo de deliberação do movimento estudantil brasileiro e que elege a nova diretoria da UNE.

📌 Esse espaço, que não ocorre presencialmente desde 2019, representa um marco na reorganização do movimento estudantil nacionalmente, como o primeiro congresso pós-pandemia.

🚩 A conjuntura também se transformou, o que exige, da entidade, uma reorientação tática, com vistas a garantir a mobilização, organização e vitórias para a juventude trabalhadora.

⚠️ Precisamos de uma UNE que assuma uma posição em relação ao projeto de universidade que defende. Nesse sentido, a luta por uma Universidade Popular significa uma série de demandas concretas que visam transformar o papel e o caráter do ensino superior brasileiro.

📲 Saca só a nossa Nota Política pra entender mais a nossa posição

https://ujc.org.br/une-na-luta-universidade-popular-e-pelo-socialismo/
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📢 JUVENTUDE QUER TRABALHO DIGNO!
24 a 28 DE ABRIL SEMANA DO JOVEM TRABALHADOR

Você sabia que dia 24 de Abril é reconhecido como o Dia Internacional do Jovem Trabalhador? 🤔 NÃO? Vem com a gente que nessa nota explicamos tudo e ainda fazemos uma baita análise de conjuntura sobre a situação da juventude trabalhadora brasileira;

https://ujc.org.br/nota-politica-da-ujc-24-abril-dia-do-jovem-trabalhador/

Jovem trabalhador, conheça a UJC ✊🏽

Se liga no vídeo que lançamos te convidando a vir lutar conosco por melhores condições de vida, afinal, não queremos só sobreviver!!

👉🏾 https://www.instagram.com/reel/CrcFaO2gLn5/?igshid=YmMyMTA2M2Y=

Fica de olho 👀 durante toda a semana vamos lançar informativos sobre a realidade da Juventude Trabalhadora e também vamos apresentar as nossas pautas principais 🔥

OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!
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🚩ATO UNIFICADO DO DIA DO TRABALHADOR

No dia 1 de Maio, os trabalhadores e trabalhadoras de Maringá e região foram à praça da prefeitura lembrar e celebrar essa importante data de luta da nossa classe!

A UJC esteve presente pautando a precarização e desemprego da juventude trabalhadora, que hoje no Brasil atinge os 23%.

Precisamos combater as contra reformas financiadas pela burguesia, como a trabalhista, da previdência  e do novo ensino médio!

Todo potencial da juventude, vem sendo atacado pela elite do país. Portanto, a saída é apenas uma: jovem, organize-se nas nossas fileiras, some a luta por uma sociedade socialista e pela construção do Poder Popular!


LUTAR, CRIAR, PODER POPULAR 🚩

https://www.instagram.com/p/CrvtkaDAD5g/?igshid=YmMyMTA2M2Y=
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🗣️ Palestra e Formação Política com a professora Sofia Manzano

📋 Conjuntura política-econômica e a necessidade de organização da classe trabalhadora

🗓️ 05/05/23 (sexta-feira)
🕖 19:00
📍 UEM (Auditório da Biblioteca Central)

ENTRADA LIVRE


🙋🏻‍♀️ Sobre a Palestrante

Sofia Manzano é professora de Economia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e tem se especializado em estudos sobre economia nacional, mercado de trabalho e desigualdades sociais. Ela foi também candidata à Presidência da República, em 2022, pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB)

✊🏽 A atividade é gratuita e voltada para toda a classe trabalhadora. Participe!

Organização: SESDUEM e Unidade Classista
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📢 PANFLETAGEM CONTRA O NOVO ARCABOUÇO FISCAL 🚩

🗣 12/06(Segunda) às 18h
📍 No Terminal Intermodal de Maringá


O Arcabouço Fiscal vem para substituir o Teto de Gastos, também apelidada de PEC da Morte, implantado em 2016 com a intenção de "equilibrar" a responsabilidade fiscal e social.

A proposta do arcabouço fiscal também entende que é preciso restringir os gastos do Estado, já limitando o crescimento das despesas do governo a 70% do crescimento da receita. Porém, uma segunda regra nessa proposta limita o crescimento anual de gastos máximo a 2,5% acima da inflação, independentemente da arrecadação do governo. Ou seja, mantém-se o teto de gastos sob um novo nome.

De "equilíbrio" o novo arcabouço não tem nada. Este é o momento da classe trabalhadora unir forças e lutar não por uma nova proposta de austeridade, mas sim pela REVOGAÇÃO deste novo teto de gastos e todas essas reformas a nós impostas pela burguesia que mantém sua força com a conivência do atual governo.


https://www.instagram.com/p/CtRxoS0gu0X/
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🗣ATIVIDADE DE PANFLETAGEM CONTRA O NOVO ARCABOUÇO FISCAL

🚩Na última segunda, dia 12, a UJC esteve presente no terminal intermodal urbano de Maringá em atividade de panfletagem e diálogo com os trabalhadores sobre o PLP 93/2023, o Arcabouço Fiscal apresentado pelo ministro da fazenda Fernando Haddad e aprovado na Câmara dos Deputados no dia 24/05. Além do material sobre o arcabouço, foi também realizada a venda e distribuição do jornal O Poder Popular.

https://www.instagram.com/p/Ctek5Z0uUuW/
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🚩 A UJC, em parceria com o projeto Às Armas da Crítica, convida a todos para a formação aberta sobre o livro de Antônio Carlos Mazzeo: "Estado e Burguesia no Brasil: As origens da autocracia burguesa"

Na obra, o sociólogo faz uma reflexão sobre a formação econômico-social brasileira, desde sua colonização até o fim do século 20 acentuando a peculiaridade funcional da nossa burguesia.

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AULA 1 (09/07)
🗓 AULA 2 (16/07)
📍 UEM - BLOCO 33, SALA 01
🕑 14h às 18h

👉 A participação é GRATUITA, com a possibilidade de contribuição voluntária para a UJC. Para se inscrever e ter acesso ao material base, acesse o formulário na bio.

Esperamos todos vocês lá!

https://www.instagram.com/p/Ct6ud0eA3Oj/
🚩 30/06(Sexta-Feira) - ELEIÇÕES DO CONUNE NA UEM

👉 No próximo dia 30, na UEM, serão realizadas eleições para escolher os 13 delegados que representarão os estudantes no CONUNE,  o Congresso da União Nacional dos Estudantes, o qual tem por objetivo eleger a nova diretoria e presidência da UNE.

🔥 Neste cenário, nós do MUP e da UJC defendemos uma postura de disputa independente e não conciliatória da entidade com a burguesia e com as tendências de manutenção das políticas neoliberais de educação superior no governo.


Acesse o link com nossa nota política para saber mais! Preencha o formulário na bio para construir esse processo com a gente!

https://www.instagram.com/p/Ct-BRhqPUS3/
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NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA COPEL!
O governo Ratinho Jr. quer, na prática, entregar de mão beijada a distribuição de energia paranaense ao capital privado

Como sabemos bem, os únicos beneficiados com a privatização são aqueles que lucram com a especulação financeira e a burguesia que investe seu dinheiro para se aproveitar das estatais, que são entregues sem o menor critério pelos inimigos da classe trabalhadora.

Pavimentado pela Lei Estadual nº 21.272, tramita no Paraná o projeto para privatizar diversas empresas estatais ou de capital misto em nosso estado, dentre elas, a Copel. As vendas das ações estatais da Copel estão sob cargo do BTG Pactual, cujas projeções mínimas de venda chegam a R$3 bilhões, valor irrisório para uma empresa estratégica e do porte da Copel. Para comparação, somente no primeiro trimestre de 2022, a estatal teve rendimento líquido de 669,8 milhões de reais, o que corresponde a mais de 1 ⁄ 6 do valor projetado de venda. Na última segunda(10/07) foi aprovado, em assembleia, a transformação da companhia em corporação, limitando assim o poder de voto de qualquer acionista a equivaler no máximo 10% em ações, inclusive do estado. Ou seja, o interesse do capital privado agora tem maioria sob o interesse estatal.

O aprofundamento da privatização da Copel se procede entre outros ataques que a administração do governo tem feito para agradar acionistas e investidores privados às custas do dinheiro público. Ratinho Jr., em 2021, já vendeu a Copel Telecom e anunciou a venda de uma usina em Araucária. Segundo relatório da Copel, referente ao quarto trimestre de 2022, a empresa deixou de empregar um total de 2.370 funcionários desde 2017: uma redução de 28,7% na força de trabalho. Já o governo do estado, justifica que o processo de privatização visa "aumentar sua competitividade no setor elétrico brasileiro para beneficiar o consumidor paranaense".

Ora, trabalhadores e trabalhadoras, vamos nos questionar: Quando foi que a privatização de alguma estatal resultou em melhora nos serviços prestados? São inúmeros os casos de privatização que prejudicam apenas aqueles que trabalham, desde os apagões no Pará, onde uma empresa privada é fornecedora de energia, até o sucateamento da Eletrobrás, a maior produtora de energia da América Latina, que agora sofre com demissões em massa e falta de investimento.

A privatização da Copel não interessa ao povo paranaense; é apenas mais um dos tantos ataques do capital visando à deterioração dos serviços essenciais, que não se tornam mais baratos com as privatizações e não resultam em uma melhoria do serviço prestado. O estado perde uma empresa em um setor estratégico, a classe trabalhadora perde a segurança energética e seus postos de trabalho, enquanto os ricos se beneficiam com a especulação financeira e os lucros potencializados pela desestruturação dessas empresas.

https://www.instagram.com/p/Cu969tyLbMY/
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https://www.instagram.com/p/CwYPwssP_5J/

🗣 LOJINHA CAMARADA DA UJC MARINGÁ 🚩

A UJC é uma organização independente, que não recebe investimento da iniciativa privada nem fundo partidário ou eleitoral. Quer apoiar a gente? Adquira nossos produtos e ajude a UJC Maringá à manter suas atividades!

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🖼Adesivos: R$1,00 cada
📍Broches de metal: R$15,00 cada

📚Livros:
📕Raça, Classe e Revolução: R$54,00
A Nova Mulher e a Moral Sexual : R$43,00

📕O Estado e a Revolução: R$44,00

📕Revista O Futuro, n°3 - Juventude, Desemprego e Mov. Sociais : R$30,00

📕Uma Universidade de Ponta Cabeça: R$25,00

📕Meio Ambiente e Neoliberalismo: R$25,00

📕Um Clima de Incertezas: R$25,00

📲 Para comprar é só enviar uma mensagem inbox ou pelo WhatsApp (44) 9125-2818. Entregamos em Maringá.
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NÃO AO MARCO TEMPORAL!

O Supremo Tribunal Federal retomará hoje, 30 de agosto, o julgamento do Marco temporal , tese que estabelece que só têm direito à demarcação de suas terras tradicionais, os povos indígenas que comprovem que as ocupavam, ou estavam as reivindicando na Justiça Federal, em 05/10/1988, data da promulgação da Constituição Federal.

O que está por trás dessa ficção jurídica criada e reivindicada pela burguesia é, em verdade, o projeto do agronegócio e dos grandes conglomerados de mineração de concentração de todas as terras do Brasil, destinados à acumulação capitalista. Essa ferramenta predatória desconsidera todo o contexto histórico da luta indígena, que fora usurpada, violada e desapropriada diversas vezes durante os últimos séculos, principalmente durante a época da ditadura empresarial-militar.

As terras indígenas, como verdadeira experiência de autonomia, poder popular e alternativa à sociabilidade capitalista, são verdadeiro obstáculo ao avanço do capital e por isso são tão temidas e combatidas pela burguesia. Ao estabelecer uma data limite para demarcação de terras indígenas, ignorando a história e a ancestralidade desses povos, o marco temporal promove uma apropriação capitalista dos recursos naturais e nega a autodeterminação dos indígenas sobre seus territórios. É a exploração em nome do lucro, em detrimento da dignidade e dos direitos indígenas.

A União da Juventude Comunista vem a público declarar o seu total apoio à luta dos povos indígenas do Brasil contra a tese do Marco Temporal e contra todas as medidas que ameaçam a sua autonomia, seus territórios e modos de vida tradicionais. Devemos estar lado a lado nessa luta, explicitando o caráter burguês do estado brasileiro e que mesmo em um governo dito progressista (Lula-Alckmin) os direitos dos povos oprimidos do Brasil continuam sendo passados por cima, numa lógica conciliatória. Não temos ilusões que as vias institucionais irão garantir a demarcação de terras para os povos indígenas, mas sim a construção do Poder Popular, no rumo do socialismo e numa perspectiva anticolonial.

NÃO AO MARCO TEMPORAL!
DEMARCAÇÃO DE TODAS AS TERRAS INDÍGENAS JÁ!
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🚨DENÚNCIA: Página da UJC Maringá no Facebook raptada por não militantes🚨

Informamos que a página da UJC Maringá no Facebook (desativada desde 2020, de acordo com o planejamento interno de Agitação e Propaganda estadual) foi reativada, por um elemento ainda não identificado, sem consentimento de nossos militantes, que foram prontamente retirados da administração da página. Em sequência, a página começou a replicar conteúdos contrários aos deliberados, em unanimidade, pelos militantes da UJC em suas reuniões e plenárias.

Lamentamos esse comportamento mesquinho típico da pequena política que, usando sem legitimidade o nome da UJC Maringá, tenta inflar artificialmente o apoio apologista aos abusos cometidos pelo Comitê Central contra o PCB e seus coletivos.

Os meios oficiais de comunicação externa do nosso organismo são por este perfil do instagram (@ujcmaringa), o canal de transmissão no Telegram e número de WhatsApp que constam na bio