HQ Sem Roteiro (Instagram)
Tenha amigos que te chamem pra gravar uma participação em uma música de um novo álbum. Gostoso demais.
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HQ Sem Roteiro (Instagram)
Repost de um vídeo que lancei há um ano respondendo a uma questão crucial para muitos seguidores.
Afinal, por que eu uso imagens de cabeça pra baixo?
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HQ Sem Roteiro (Instagram)
Repost de 1 ano atrás.
Pra lembrar uma coisa: ninguém está à frente do seu tempo.
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fepal_brasil & ualidrabah
Capanga de "israel", deputada Tabata Amaral requenta projeto da Mordaça Sionista no Brasil.
Uma espécie de "office boy VIP" do sionismo no Brasil, Tabata Amaral (PSB-SP) protocolou o projeto de lei 1424/26, uma versão recauchutada da PL da Mordaça Sionista, a mando de "israel".
O projeto propõe adoção da definição de "antissemitismo" da organização de lobby sionista "Aliança Internacional Para Memória do Holocausto" (IHRA), criticada no mundo inteiro por alargar o conceito de antijudaísmo para blindar "israel" e suas políticas genocidas de críticas.
No Brasil, o Conselho Nacional de Direitos Humanos, em nota técnica, já condenou a definição da IHRA, a qual classificou como "inconstitucional" e que "introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário...
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Capanga de "israel", deputada Tabata Amaral requenta projeto da Mordaça Sionista no Brasil.
Uma espécie de "office boy VIP" do sionismo no Brasil, Tabata Amaral (PSB-SP) protocolou o projeto de lei 1424/26, uma versão recauchutada da PL da Mordaça Sionista, a mando de "israel".
O projeto propõe adoção da definição de "antissemitismo" da organização de lobby sionista "Aliança Internacional Para Memória do Holocausto" (IHRA), criticada no mundo inteiro por alargar o conceito de antijudaísmo para blindar "israel" e suas políticas genocidas de críticas.
No Brasil, o Conselho Nacional de Direitos Humanos, em nota técnica, já condenou a definição da IHRA, a qual classificou como "inconstitucional" e que "introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário...
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TraduAgindo (Instagram)
Em agosto de 1960, durante a viagem que fizeram ao Brasil, Simone de Beauvoir e seu então companheiro, Jean-Paul Sartre, foram a São Gonçalo do Retiro (Salvador, Bahia) conhecer o Ilê Axé Opô Afonjá.
Acompanhados por Zélia Gattai e Jorge Amado — que detinha o título de “Obá de Xangô” na comunidade supracitada —, os franceses conheceram a então suma sacerdotisa do templo, Mãe Senhora, a qual lhes explicou acerca do candomblé e da função social do Terreiro.
Beauvoir compreendeu o candomblé como um sistema simbólico que devolve dignidade e pertencimento aos corpos historicamente desumanizados pela escravidão e pelo racismo, de modo a operar como um sistema civilizatório negro, com estruturas próprias de saber, poder e corpo, que oferece aos seus adeptos modos alternativos de existência.
Sobre isso, escreveu em seu livro “A Força das Coisas”: “Obrigados a se dobrarem ao mundo ocidental, os negros da Bahia, outrora escravos, hoje explorados, sofrem uma opressão os...
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Em agosto de 1960, durante a viagem que fizeram ao Brasil, Simone de Beauvoir e seu então companheiro, Jean-Paul Sartre, foram a São Gonçalo do Retiro (Salvador, Bahia) conhecer o Ilê Axé Opô Afonjá.
Acompanhados por Zélia Gattai e Jorge Amado — que detinha o título de “Obá de Xangô” na comunidade supracitada —, os franceses conheceram a então suma sacerdotisa do templo, Mãe Senhora, a qual lhes explicou acerca do candomblé e da função social do Terreiro.
Beauvoir compreendeu o candomblé como um sistema simbólico que devolve dignidade e pertencimento aos corpos historicamente desumanizados pela escravidão e pelo racismo, de modo a operar como um sistema civilizatório negro, com estruturas próprias de saber, poder e corpo, que oferece aos seus adeptos modos alternativos de existência.
Sobre isso, escreveu em seu livro “A Força das Coisas”: “Obrigados a se dobrarem ao mundo ocidental, os negros da Bahia, outrora escravos, hoje explorados, sofrem uma opressão os...
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