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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
1️⃣8️⃣ • Desire, I Want to Turn into You - Caroline Polachek

Lançamento: 2023
Gênero: Alternativo


O álbum mais recente do nosso top 20 é a maior reinvenção do pop da década. Através de letras abstratas e uma paleta de sons que lembra diferentes atos de teatro, Caroline filosofa sobre os desejos humanos, sejam eles amorosos, sexuais, saudosistas ou por explicações para os mistérios da vida. Variando entre orquestras, sintetizadores e pianos e usando suas belas modulações vocais, a artists consegue encenar desde momentos sombrios, onde nossa menta está aprisionada na caverna de Platão, até q atmosfera de uma floresta encantada ou um luau na praia. Polachek mostra ser a sucessora natural de Kate Bush.

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1️⃣7️⃣ • The ArchAndroid - Janelle Monáe

Lançamento: 2010
Gênero: Afrofuturismo


O impecável debut de Janelle Monáe é um manifesto afrofuturista que parece a trilha sonora de um filme de ficção científica. Neste álbum conceitual, somos apresentados à Cindi, uma android que se apaixona por seu criador, Sir. Greendown, e busca se rebelar contra a escravidão que os androids sofriam na fictícia cidade de Metropolis, em uma alegoria shakespeariana à luta de classes. Além da história coesa, o álbum traz a maior diversidade de gêneros dos últimos anos: temos música clássica, folk, garage rock, new wave, rap, funk, punk rock e até sons robóticos. Um resumo preciso da riqueza sonora dos anos 2010.

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1️⃣6️⃣ • The Idler Wheel Is Wiser Than the Driver of the Screw and Whipping Cords Will Serve You More Than Ropes Will Ever Do - Fiona Apple

Lançamento: 2012
Gênero: Alternativo


Como hoje é aniversário de Fiona Apple, homenageamos a lenda com seu excelente 4° disco, uma guinada em sua carreira. Neste álbum, cujo título em si é um provérbio, Fiona traz uma produção crua, baseada no piano-jazz e em sons experimentais, como barulhos de crianças, palmas pedras, placas metálicas e calçados. A artista usa sua voz de forma teatral para recitar letras afiadas que fazem um uso riquíssimo da linguagem, abordando, com profundidade, sua ansiedade, relacionamentos tóxicos, seus desejos românticos e sexuais, sua fúria e momentos de autocrítica sinceros. Uma experiência sensorial pelo cérebro e o coração da artista.

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1️⃣5️⃣ • Beyoncé - Beyoncé

Lançamento: 2013
Gênero: Pop alternativo


Lançado de surpresa em uma sexta-feira, o 5° disco de Beyoncé foi uma reviravolta na história da indústria musical e fonográfica. Rompendo com a música mainstream, a artista traz um perfeito álbum visual e quase experimental, abordando a sexualidade, maternidade, padrão de beleza e feminismo. A riquíssima produção quebra as fronteiras do Pop/R&B e faz referência a diversas décadas e à cena underground. O grande destaque é a faixa Haunted, melhor canção feita por uma diva pop neste século, a qual traz uma sonoridade dark wave e uma letra com 3 significados distintos. Uma aposta arriscada, mas justificada, para uma artista desse porte.

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1️⃣4️⃣ • Vespertine - Björk

Lançamento: 2001
Gênero: Experimental


A maior artista experimental dos anos 90, Björk entra no século 21 com o seu projeto mais ambicioso. Vespertine aborda a intimidade sexual e romântica, mas com uma execução revolucionária. Ao invés de mais um álbum singer-songwriter ou um conjunto de faixas pop, o disco tenta, com instrumentos pouco convencionais, recriar os sons da natureza. Em meio a xilofones, harpas, sintetizadores e sons feitos por toques e utensílios de casa, Björk nos transporta para florestas boreais, gêiseres, flocos de neve, insetos, cascalhos e geleiras, criando uma atmosfera orgânica surpreendente para um álbum sintetizado em 2001. O ápice criativo da heroína nacional da Islândia.

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1️⃣3️⃣ • Ctrl - SZA

Lançamento: 2017
Gênero: R&B


O debut de SZA não apenas trouxe de volta o R&B feminino, como também o reestrutura através de uma sobreposição criativa de sons. Com clara inspiração em Joni Mitchell, SZA traz uma obra-prima liricamente densa, em que dialoga com o ouvinte através de suas feridas. O grande destaque é a faixa Norman Girl, uma canção que ilustra com precisão a solidão da mulher negra e a sensação de sempre se contentar com migalhas afetivas. Ctrl, com seu clima intimista e foco no storytelling, mostra que o R&B contemporânea não requer apenas para melodias acessíveis, mas também identidade coletiva e qualidade primorosa da escrita.

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1️⃣2️⃣ • Kid A - Radiohead

Lançamento: 2000
Gênero: Experimental


Após o maravilhoso OK Computer, Radiohead entrou no 3° milênio trazendo seu álbum mais arriscado, onde rompe com a sonoridade do rock acústico e aposta em uma produção experimental, eletrônica e de jazz. Com sonoridade futurista e letras abstratas, o disco parece levar a uma viagem pelo subcontinente ou pelos sonhos de Thom York. Os fãs acreditam que trata-se de um álbum conceitual sobre o primeiro ser humano clonado na história, que vive durante uma hecatombe nuclear e devastação ambiental. O trabalho mais anti-estruturalista e grandioso de uma de nossas bandas favoritas.

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1️⃣1️⃣ • ★ (Blackstar) - David Bowie

Lançamento: 2016
Gênero: Rock


O álbum que “bateu na trave” do top 10 foi o 26° e último disco de David Bowie, um dos maiores artistas LGBTQIA+ da história. Lançado 2 dias antes de sua morte, ★ é a despedida misteriosa e sombria de um dos seres humanos com maior habilidade linguística, criatividade, excentricidades e performance que tivemos o prazer de conhecer. Com apenas 7 faixas e uma mistura de rock, jazz, industrial e música do Oriente, Bowie usa as letras tanto para dizer Adeus, quanto para entregar seu último ato de art pop ao recriar o romance literário “Tis a Pity She Was a Whore”. O maior auto desfecho já feito por um artista.

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🚨💿 | É HOJE! TOP 10!

Hoje finalmente revelaremos o top 10 do nosso ranking “100 melhores álbuns do século 21”!

Lembrete: os 90 álbuns já revelados:

11. ★ (Blackstar) - David Bowie
12. Kid A – Radiohead
13. Ctrl – SZA
14. Vespertine – Björk
15. Beyoncé – Beyoncé
16. The Idler Wheel… – Fiona Apple
17. The ArchAndroid – Janelle Monáe
18. Desire, I Want To Turn Into You – Caroline Polachek
19. A Seat at the Table - Solange
20. Channel Orange – Frank Ocean
21. Melodrama – Lorde
22. Voodoo – D’Angelo
23. In Rainbows – Radiohead
24. Madvillainy - Madvillain
25. Folklore - Taylor Swift
26. Stankonia - Outkast
27. Illionois - Sufjan Stevens
28. DAMN. - Kendrick Lamar
29. Is This It - The Strokes
30. Dirty Computer – Janelle Monáe
31. Renaissance - Beyoncé
32. Ys - Joanna Newsom
33. Kala – M.I.A.
34. Vulnicura – Björk
35. Igor - Tyler, the Creator
36. Titanic Rising – Weyes Blood
37. Cowboy Carter - Beyoncé
38. El Mal Querer - Rosalía
39. Yankee Hotel Foxtrot – Wilco
40. Magdalene - FKA Twigs
41. The Blueprint - Jay Z
42. Body Talk - Robyn
43. SOS – SZA
44. Oil of Every Pearl's Un-Insides - SOPHIE
45. Sometimes I Might Be Introvert – Little Simz
46. Golden Hour – Kacey Musgraves
47. Good Kid, M.A.A.D City – Kendrick Lamar
48. ANTI – Rihanna
49. Fleet Foxes - Fleet Foxes
50. Preacher’s Daughter – Ethel Cain
51. Aaliyah - Aaliyah
52. Be the Cowboy – Mitski
53. Flower Boy - Tyler, the Creator
54. The Fame Monster - Lady Gaga
55. Lovers Rock - Sade
56. Discovery – Daft Punk
57. Broke With Expensive Taste - Azealia Banks
58. Isolation - Kali Uchis
59. New Amerykah Part One: 4th World War - Erykah Badu
60. Motomami – Rosalía
61. Art Angels – Grimes
62. BRAT - Charli XCX
63. We Got It From Here… Thank you 4 Your Service - A Tribe Called Quest
64. Stories from the City, Stories from the Sea - PJ Harvey
65. St. Vincent - St. Vincent
66. Sound & Color - Alabama Shakes
67. 21 - Adele
68. Be - Common
69. Currents – Tame Impala
70. Did You Know There’s a Tunnel Under Ocean Blvd - Lana Del Rey
71. You Want it Darker - Leonard Cohen
72. Imaginal Disk – Magdalena Bay
73. Room 25 - Noname
74. Hadestown – Anaïs Mitchell
75. Miss E… So Addictive – Missy Elliott
76. Evermore – Taylor Swift
77. Raven - Kelela
78. Mr. Morale & The Big Steppers – Kendrick Lamar
79. The Emancipation of Mimi - Mariah Carey
80. Visions – Grimes
81. Random Access Memories - Daft Punk
82. Who is Jill Scott? Words and Sounds Vol. 1 - Jill Scott
83. Elephant - The White Stripes
84. Arca - Arca
85. Honey - Robyn
86. Sweetener - Ariana Grande
87. The Breakthrough – Mary J. Blige
88. I Love You, Honeybear - Father Jon Misty
89. Songs in A Minor - Alicia Keys
90. Demon Days - Gorillaz
91. Fountain Baby - Amaarae
92. Puberty 2 – Mitski
93. Tchamantché – Rokia Traoré
94. Run the Jewels 2 - Run the Jewels
95. Ultraviolence - Lana Del Rey
96. Night Time, My Time - Sky Ferreira
97. Blackout – Britney Spears
98. Astroworld - Travis Scott
99. Songs for our Daughter - Laura Marling
100. GUTS - Olivia Rodrigo


Quais são as suas apostas? Qual será o podium? Você concordará com a leitura do Feed e @feedinfo?

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1️⃣0️⃣ • Let England Shake - PJ Harvey

Lançamento: 2011
Gênero: Folk rock


O 8° disco de PJ Harvey, vencedor do troféu Mercury 2011, é o álbum mais ousado da artista. Em suas letras, Harvey destrói a história romantizada da Inglaterra e reflete sobre a identidade nacional de um império em decadência. Fazendo referências viscerais às sangrentas Batalha de Galipoli, Guerra do Golfo e Guerra do Afeganistão, a artista mostra que o “império onde o Sol nunca se põe” prosperou às custas de jovens mandados para morrer nos campos de batalha, criança amputadas e países queimados.

O nosso 10° melhor álbum do século nos convida a enxergar a história por trás do patriotismo e entender como o imperialismo também afetou a população dos impérios coloniais.

Ouça Let England Shake aqui.

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9️⃣ • Mama’s Gun - Erykah Badu

Lançamento: 2000
Gênero: Neo soul


Depois de fundar o movimento neo soul, Erykah Badu inaugura o 3° milênio com um disco que mistura rock, jazz, reggae e folk. O resultado é um disco que traz a sonoridade mais sólida da história do gênero, trazendo uma experiência sensorial que parece uma amostra do paraíso. Entre letras românticas, vulneráveis e sociais, Badu desabafa sobre ser uma mulher jovem e divorciada que, antes de liderar uma revolução econômica e espiritual, precisa olhar para si mesma e falar das dores que ela e todas as mulheres carregam.

O nosso 9° melhor álbum do século é um misto de Bob Marley e Aretha Franklin, cujo som edifica o espírito através dos princípios de revolta social e amor universal do rastafari.

Ouça Mama’s Gun aqui.

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8️⃣ • Carrie & Lowell - Sufjan Stevens

Lançamento: 2015
Gênero: Folk


O 7° disco de Sufjan Stevens é um álbum acústico e lento que, apesar do som aconchegante, traz as letras mais melancólicas e profundas de sua carreira. Homenageando a mãe que faleceu vítima de câncer, com quem teve uma história conturbada de abandono, o artista entrega uma densa reflexão sobre o luto, e a sensação de vazio. Com metáforas criativas e envolto na iconografia cristã, Sufjan mostra a complexidade de uma dor que gero, nessas circunstâncias, mais dúvidas do que o encerramento de um ciclo.

O nosso 8° melhor álbum do século é a perfeita ilustração do luto, que dialoga tanto com a cosmovisão cristã, quanto com o ceticismo e a busca por respostas para a morte.

Ouça Carrie & Lowell aqui.

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7️⃣ • Black Messiah - D’Angelo and The Vanguard

Lançamento: 2014
Gênero: Neo Soul


Após um hiato de 14 anos, D’Angelo entrega o álbum com a sonoridade mais inovadora do milênio. Sua produção mística nos transporta para dentro de uma ritual noturno de voodoo ou candomblé, e sua música parece ser o canto das divindade vudu ou dos orixás. O nome do disco é baseado em um discurso de Fred Hampton, um Pantera Negra que trazia a figura de um Jesus de pele escura que guiaria uma revolução anti-capitalista armada, liderada pela comunidade negra. O álbum varia com primor entre temas políticos, românticos, sensuais e filosofias.

O nosso 7° melhor álbum do século não soa como nada já feito na música. É um convite ancestral para todos os praticantes de religiões de matriz africana e filhos de santo.

Ouça Black Messiah aqui.

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6️⃣ • Back to Black - Amy Winehouse

Lançamento: 2006
Gênero: Soul


Mesmo nos deixando com apenas 27 anos, Amy Winehouse entregou um dos maiores discos da história. A cantora que “se recusava a ser uma Spice Girl” e não se conformava às normas da indústria musical foi responsável pelo renascimento do jazz, soul e blues dos anos 60 e 70. Neste 2° álbum, ela usa seu timbre delicioso para falar do término de uma relação, trazendo letras afiadas sobre traição, superação, desprezo, dependência emocional e até maconha. Faixas alegras e soturnas exploram todas as possibilidades sonoras da música soul e jazz.

O nosso 6° melhor álbum do século é o legado de uma das maiores vozes da história, que ganhou o mundo com o seu talento e visão anti-mercadológica da arte.

Ouça Back to Black aqui.

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5️⃣ • Fetch the Bolt Cutters - Fiona Apple

Lançamento: 2020
Gênero: Alternativo


Uma das artistas mais irreverentes do século, Fiona Apple produziu o maior disco dos anos 2020 até agora. Neste álbum, qualquer coisa pode se tornar instrumento musical: latidos, palmas, canos de metal, pedais, gravetos, sinos se chocando e, principalmente, acordes não convencionais de piano e cantar como se estivesse em uma peça de teatro. Além da rebeldia sonora, Fiona aborda temas delicados, como estupro marital, bullying, o ciclo do abuso e depressão, e fala sobre como conseguiu deixar de se importar com o julgamento alheio.

Nosso 5° melhor álbum do século é uma reinvenção do conceito de música, uma abstração sonora e o trabalho com maior teor político de uma artista multi geracional.

Ouça Fetch the Bolt Cutters aqui.

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4️⃣ • Norman Fucking Rockwell - Lana Del Rey

Lançamento: 2019
Gênero: Pop alternativo


O magnum opus de Lana Del Rey a consolida como maior compositora do chamber pop dessa geração. O título do disco homenageia o pintor Norman Rockwell, cuja obra retrata uma visão idealizada do quotidiano americano. No entanto, a artista escreve letras que combatem essa visão romantizada e mostram uma realidade marcada por melancolia, apatia e nostalgia, além de relações disfuncionais. Ademais, a produção impecável do disco, onde o piano e as guitarras constroem um som barroco e soft rock, contribui para a narrativa retrô desta obra de arte.

O nosso 4° melhor álbum do século é quase um filme cult dos anos 60, uma experiência poética e escapista que se tornou o Ladies of the Canyon, ou até o Blue do século 21.

Ouça Norman F*cking Rockwell aqui.

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29🤔7😁5
💿 | Quase lá! Até agora, o top 10 está assim:


🥇 ?
🥈 ?
🥉 ?
4. Norman Fucking Rockwell! – Lana Del Rey
5. Fetch the Bolt Cutters – Fiona Apple
6. Back to Black – Amy Winehouse
7. Black Messiah – D’Angelo
8. Carrie & Lowell – Sufjan Stevens
9. Mama’s Gun - Erykah Badu
10. Let England Shake – PJ Harvey

Quais são os 3 álbuns que vão formar o podium?
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🥉 3️⃣ • To Pimp a Butterfly - Kendrick Lamar

Lançamento: 2015
Gênero: Hip hop


Talvez o melhor álbum de hip hop já feito, To Pimp a Butterfly é quase um livro, tamanha a riqueza de suas letras. Cada canção traz conteúdo para um capítulo sobre história do racismo americano. Com sons de jazz, soul, funk, blues e rock, Kendrick entrega um disco onde explica como o Estado e as grandes corporações iludem o homem negro a pensar que pode prosperar no atual sistema, em uma armadilha de controle social para alimentar a máquina capitalista com black money, enquanto promovem o encarceramento e genocídio negro. Lamar aborda, ainda, o colorismo, a escravidão, a herança Zulu e africana e a realidade dos guetos.

A nossa medalha de bronze é para um produto cultural e político necessário, importante para a construção do Black Lives Matter.

Ouça To Pimp a Butterfly

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13👍3🔥2👎1
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🥈 2️⃣ • Lemonade - Beyoncé

Lançamento: 2016
Gênero: Pop alternativo


Lemonade é um álbum literalmente cinematográfico, sendo o trabalho mais inovador já feito por uma diva pop mainstream. Neste disco conceitual e político, cada faixa experimenta um gênero: rock, reggae, light wave, country, indie, folk, hip hop, soul e dark wave entoam a densa narrativa musical, intercalada por poemas onde Beyoncé fala da infidelidade do esposo a partir de atos: intuição, negação, raiva, apatia, vazio, reconstrução, perdão e recomeço. Beyoncé expõe sua personalidade e vida pessoal de forma nua e crua.

De outro lado, Lemonade é um manifesto em favor do feminismo negro e contra a violência policial, com seus visuais fazendo referência a revoltas anti-escravistas que marcaram a história do mundo. Destaque para o clipe de Formation, o mais bem feito deste século, onde Beyoncé afunda uma viatura policial.

Nossa medalha de prata vai para o álbum que reescreveu a história da música pop feminina para sempre.

Ouça Lemonade aqui.

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🥇 1️⃣ • Blonde - Frank Ocean

Lançamento: 2016
Gênero: R&B alternativo


O nosso melhor álbum do século é um dos motivos pelos quais que decidimos fazer o ranking. Primeiro porque, muitas listas priorizavam álbuns de rock ou singer-songwriter, e, atualmente, o pop mainstream. Segundo, queríamos coroar o álbum que melhor expressa a filosofia do canal, enquanto espaço LGBTQIA+.

Blonde é um álbum como nenhum outro: nunca antes um disco trouxe com tanta precisão e completude as nuances da vida do homem gay e bissexual, com letras refletindo a solidão, o amor, a filosofia pessoal as inseguranças e a tradição familiar.

Mas, além do significado, o disco já se sustenta pela sua qualidade ímpar: Frank Ocean tem uma capacidade que poucos artistas possuem de compor de forma rica, detalhada, sofisticada e literária sobre assuntos do cotidiano. Em seu storytelling criativo, uso da linguagem e profundidade emotiva, ele convence qualquer pessoa de sua verdade e de suas mensagens.

Sonoramente, o álbum também é uma revolução: com elementos experimentais, de jazz e rock, temos uma paleta sonora que vai de Beatles a Stevie Wonder, com nossa faixa preferida do século: Pink + White. Merecem destaque as excelentes White Ferrari e Siegfried, além de Solo e Pretty Sweety.

O epítome artístico do século 21 e um dos 10 maiores da história.

Ouça Blonde aqui

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