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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
3️⃣2️⃣ • Ys - Joanna Newsom

Lançamento: 2006
Gênero: Folk


Nomeado a partir de um lendária cidade celta, Ys é um álbum que parece uma coletânea de poemas medievais encontrados em nosso tempo. Com 5 faixas e duração de 56 minutos, Joanna Newsom traz poemas complexos, que vão desde fábulas até homenagens à sua irmã astrofísica, a um aborto espontâneo que sofreu e a uma amiga falecida. As letras densas são acompanhadas da artists tocando harpa, sendo a maior especialista no instrumento em todo o mundo. Um album que traz um clima bucólico e nos remete a uma estética arcaica e, ao mesmo tempo, às idiossincrasias da artista.

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3️⃣1️⃣ • Renaissance - Beyoncé

Lançamento: 2022
Gênero: Disco


Em seu 7° álbum, Beyoncé presta homenagem à cultura ballroom, uma subcultura underground dos anos 60, 70 e 80 que representou a resistência artística da comunidade queer, trans e negra. Trazendo 16 faixas brilhantemente produzidas, que misturam house, experimental, disco, afrobeats, soul, techno, new wave e tribal, Beyoncé sintetiza toda a história da música dançante e de sua diversidade de estilos, sob uma perspectiva LGBTQIA+ e negra. O álbum não é apenas um convite às pistas de dança, mas também um manifesto a favor da inclusão da minoria queer no espaço artístico.

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26👎2😱2
💿 | Hoje daremos continuidade ao ranking!

A partir das 15:00, você conhecerá os álbuns que estão entre as posições 21 a 30 na nossa lista.

Alguma aposta?

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4
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3️⃣0️⃣ • Dirty Computer - Janelle Monáe

Lançamento: 2018
Gênero: Alternativo


Em seu aclamado 3° disco, Janelle Monáe prova ser o Prince de nossos tempos. Fundindo synth pop, electro funk, R&B, hip hop e psicodelia, o disco soa acessível e refinado. O álbum é um manifesto político, centrado na ideia de que sexo e poder são indissociáveis, sendo o controle do prazer feminino e queer um instrumento da classe dominante para reafirmar as hierarquias sociais. A artista critica os símbolos de poder americano e fala sobre o prazer feminino de forma transparente. Um impecável equilíbrio entre as pistas de dança e a consciência política.

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18
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2️⃣9️⃣ • Is This It - The Strokes

Lançamento: 2001
Gênero: Garage rock


Em seu debut, The Strokes provou ser uma das mais importantes bandas para o renascimento do rock de garagem no século 21. Marcado por produção crua, pelos vocais distantes de Julian Casablancas e letras debochadas e juvenis, o álbum captura as principais características do garage rock, do punk e do grunge do século anterior. Liricamente, o disco consegue navegar bem a entre indiferença jovial, insegurança amorosas e ideias proto-anarquistas de desprezo pela autoridade e instituições. É como se ouvíssemos lançamentos de Kurt Cobain, Lou Reed e Nico em nosso século.

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2️⃣8️⃣ • DAMN. - Kendrick Lamar

Lançamento: 2017
Gênero: Hip hop


O 1° disco de hip hop a vencer um prêmio Pulitzer, DAMN. é o maior sucesso comercial de Kendrick até os dias atuais. Apesar da produção acessível e de vários potenciais hits, a genialidade deste álbum está em seu conceito duplo: caso escutemos na ordem correta das canções, teremos uma narrativa; caso se ouça de trás para frente, será a narrativa oposta. DAMN. traz a dualidade entre perversidade (wickedness) e fragilidade (weakeness), abordando os dois lados da personalidade e da fama de Kendrick, além de duas possíveis realidades para qual estaria tardado. Simples de ouvir sem pretensão, mas que exige interpretação além da superfície.

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2️⃣7️⃣ • Illionois - Sufjan Stevens

Lançamento: 2005
Gênero: Folk


Em seu 5° disco, Sufjan Stevens traz a melhor parte de seu projeto de fazer um álbum conceitual para cada estado norte-americano. Com bons interlúdios, elementos de jazz, orquestra e rock, o artista retrata o estado tanto a partir de eventos históricos, quanto da perspectiva pessoal sobre homossexualidade, fé e religião. O grande destaque é a 15ª faixa do álbum, onde relembra uma relação com um homem durante um acampamento metodista. Com sua voz doce, Sufjan nos dá uma aula de história sobre o estado onde viveu as principais transformações em sua vida pessoal durante a juventude.

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2️⃣6️⃣ • Stankonia - Outkast

Lançamento: 2000
Gênero: Hip hop


O magnum opus do duo formado por Andre 3000 e Big Boy é quase uma versão masculina do Miseducation of Lauryn Hill. Um dos discos mais completos da história do hip hop, com composições geniais sobre os mais diversos temas, como tráfico de drogas, gravidez adolescente, pensão alimentícia, homens que ignoram o orgasmo feminino, luta de classes e temas pessoais. O grande destaque é o primeiro smash hit do milênio, a ótima canção funk “Ms. Jackson”, onde Andre 3000 é franco sobre os erros em sua relação com Erykah Badu. O primeiro grande clássico do rap-funk deste século.

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2️⃣5️⃣ • Foklore - Taylor Swift

Lançamento: 2020
Gênero: Indie


Em uma virada corajosa em sua carreira, Taylor Swift se arrisca no indie folk e atinge o ápice de sua criatividade em foklore. Através de composições sentimentais, a artista consegue tornar acessível um gênero conhecido por ser nichado e rebuscado. Contando com excelente produção de Aaron Dessner, o disco mistura a introspecção da artista com o universo ficcional por ela criado, no qual personagem Betty é utilizada para discorrer sobre a complexidade dos sentimentos humanos. Praticamente um romance literário em formato musical.

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2️⃣4️⃣ • Madvillainy - Madvillain

Lançamento: 2004
Gêmero: Hip hop


O único trabalho do duo formado pelo rapper MF Doom e o produtor Madlib, o disco apresenta uma das produções mais experimentais da história do hip hop, a qual foi feita por Madlib durante uma viagem ao Brasil. Utilizando o conceito do anti-herói, o álbum se destaca pela complexidade lírica, na qual a dupla se posiciona como oposição ao rap comercial e gângster e discorre sobre questões existenciais, sociais e pessoais em letras abstratas, que exigem interpretação minuciosa do ouvinte. O álbum perfeito para conhecer a cena underground que opera nas margens do hip hop.

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2️⃣3️⃣ • In Rainbows - Radiohead

Lançamento: 2007
Gênero: Rock alternativo


O 7° disco do Radiohead foi lançado de forma independente, permitindo com que os fãs pagassem o preço que desejassem. O álbum traz produção sofisticada e acessível, que acompanha letras poéticas e nihilistas. Em In Rainbows, o vocalista Thom York utiliza versos abstratos para abrir todas as feridas da depressão, do sentimento de insuficiência e da dificuldade em estabelecer conexões amorosas. Apesar da falta de intuito comercial, o álbum gerou os sucessos Weird Fishes, Reckoner e All I Need. Destaque para a incrível canção Nude, a mais complexa da carreira, com 3 possíveis interpretações.

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2️⃣2️⃣ • Voodoo - D’Angelo

Lançamento: 2000
Gênero: Neo soul


O 1° grande álbum do milênio, Vodoo é a ruptura de D’Angelo com o R&B comercial e o responsável por torná-lo o maior artista de soul do século. Com uma produção crua, densa e construções sonoras inovadoras, o disco traz referências ao jazz, funk, música caribenha e blues, com influências de Prince, Marvin Gaye, Stevie Wonder e Roberta Flack. D’Angelo constrói uma Bíblia de toda a música negra norte-americana, através de faixas com diversas camadas sonoras, vocais e líricas. A sensualidade e coesão do álbum tornam-o comparável a What’s Going On e Songs in the Key of Life.

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2️⃣1️⃣ • Melodrama - Lorde

Lançamento: 2017
Gênero: Pop


Depois do fenômeno de seu disco de estreia, Lorde atinge o pico de seu talento em um álbum que fala visceralmente sobre questões da mulher jovem adulta. Com letras criativas sobre temas universais, como festas e desilusão amorosa, a artista traz suas inseguranças mais ocultas com profundidade sentimental e impressionante maturidade para uma pessoa de 19 anos. O grande destaque de Melodrama, porém, é sua produção sofisticada. Os sintetizadores e instrumentos ajudam a construir as emoções complexas da jovem, que se abre de maneira frágil e honesta.

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21😍2
🚩| O que é “revolução colorida”? O termo ainda tem valor atual? Pode ser usado no caso do Nepal?

Devido à rapidez com que as manifestações no Nepal lograram êxito em derrubar o governo vigente, certos movimentos anti-capitalistas ou anti-atlantista levantaram a hipótese de uma “revolução colorida”. Mas o que seria isso?

O termo revolução colorida foi cunhado no início dos anos 2000 para se referir especificamente a uma série de levantes que ocorreram em países da ex-União Soviética. Os protestos tinham objetivo de derrubar governos que ostentavam ligações com a burocracia soviética e não se conformavam ao liberalismo e aos interesses ocidentais.

Em todos os casos, apontou-se o financiamento externo e a forte participação de ONGs internacionais nos protestos. Os 3 principais casos foram a Revolução Laranja na Ucrânia (2004), a Revolução Rosa na Geórgia (2003) e a Revolução das Tulipas no Quirguistão (2005).

No entanto, ainda que o termo tivesse recorte geográfico, este passou a ser usado para se referir a outros levantes ao redor do mundo no qual se apontou ingerência ocidental para derrubar regimes que seriam pouco alinhados aos interesses do Ocidente. Muito se discorreu acerca da semelhança no modus operandi e nas motivações.

Porém, por mais que seja inegável a tentativa norte-americana de intervir na política internal de todas as nações, o uso do termo pede cautela. Faz-se necessário lembrar que a geopolítica atual não opera da mesma maneira que na Guerra Fria, quando a maior parte dos países era aliado seja dos EUA, seja da URSS. Na atualidade, a grande maioria dos países equilibra entre relações com o Ocidente, a Rússia e a China para favorecer tanto os interesses das próprias burguesias, quanto externa.

Dois casos emblemáticos onde o uso de revolução colorida é bastante questionável são o Bangladesh e a Sérvia. No primeiro caso, as grandes manifestações levaram à derrubada de uma primeira-ministra pró-Índia, país que está na órbita de influência ocidental e é governado pela direita. No caso sérvio, o governo do país possui laços econômicos estreitos tanto com a União Europeia, quanto com a Rússia, não sendo um regime “anti-Ocidente”.

No que se refere ao Nepal, é importante destacar a presença dos interesses das Big Techs no levante, devido à tentativa do governo em regular o acesso a tais plataformas. Entretanto, cabe frisar que tanto o governo, quanto o maior partido de oposição se intitulam comunistas, e existe uma complexa correlação de forças entre Índia, China e Ocidente.

Em suma, não podemos concluir ainda quem vai se beneficiar com a derrubada súbita do regime no Nepal. Apenas pode-se dizer que o poder das Big Techs não pode ser superestimado e merece análise.


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🗽🇺🇸 | 11 de Setembro: os ataques que mudaram o mundo e serviram de justificativa para novas guerras

Em 11 de setembro de 2001, a Al-Qaeda realizou atentados contra os Estados Unidos, derrubando as Torres Gêmeas em Nova York e atingindo o Pentágono. Quase 3 mil pessoas morreram naquele dia, em um dos episódios mais marcantes da história recente.

O ataque, no entanto, também abriu caminho para a chamada “Guerra ao Terror”. Sob esse discurso, os EUA invadiram o Afeganistão e o Iraque, resultando em centenas de milhares de mortes, além de torturas e prisões ilegais em locais como Guantánamo e Abu Ghraib.

@FeedInfo | #história
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🗼| Nada é pênis tudo é falo. Porque o 11 de setembro é Lacan

Você já reparou como tudo no mundo parece ter "formato fálico" ? 🌭🗼🗿

Lança, torre, obelisco, cristal, carros longos, banana, poste de luz... e até aquele prédio suspeito no centro da cidade.

E aí alguém posta uma foto das Torres Gêmeas com a legenda: “ISSO É LACAN” e pronto, a internet delira. Mas afinal, o que Lacan tem a ver com essa mania de ver falo em todo canto?

👉 Primeiro, precisamos diferenciar duas coisas:
Pênis = órgão biológico.
Falo = um significante, uma ideia simbólica que Lacan usava para falar da falta que estrutura o desejo humano.

O falo não é o pênis em si, mas algo que representa poder, presença, completude... e que, ao mesmo tempo, mostra que isso nunca se tem de verdade.

Então, quando você olha para uma torre gigantesca, uma lança ou um obelisco, o inconsciente dá risadinha : “Olha aí, mais um símbolo fálico!”. Não porque “parece um pênis” (a piada superficial), mas porque essas formas acabam sendo associadas, culturalmente, à ideia de poder e desejo justamente o que o falo simboliza dentro de uma sociedade patriarcal

🔎 Moral da história:
A piada “isso é Lacan” funciona porque Lacan nos ensinou que vemos falo em todo lugar. E não é maluquice: é porque, no fundo, vivemos tentando lidar com essa tal falta que nunca se preenche e o falo é a marca simbólica disso. O onze de setembro foi uma marca em um dos maiores falos dos Estados Unidos e por isso é até hoje lembrado.

Então, da próxima vez que alguém apontar pra um arranha-céu e rir: “isso é Lacan”, você já sabe: é mais do que uma piada sobre formato... é uma piada sobre desejo, poder e a necessidade de auto afirmação e completude que move o ser humano.

@FeedInfo | #Psicanalise
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🇨🇱📅 | 11 de Setembro de 1973: o golpe militar no Chile apoiado pelos EUA

Em 11 de setembro de 1973, o Chile viveu um dos dias mais sombrios de sua história. Um golpe militar liderado por Augusto Pinochet derrubou o presidente democraticamente eleito Salvador Allende, que morreu durante o bombardeio ao Palácio de La Moneda.

Documentos revelados posteriormente mostraram o envolvimento dos Estados Unidos, que financiaram setores opositores e apoiaram a ditadura, temendo o avanço de políticas socialistas na América Latina.

O regime de Pinochet durou 17 anos, deixando milhares de mortos, desaparecidos e exilados. Para muitos latino-americanos, o 11 de setembro de 1973 representa não apenas a destruição da democracia chilena, mas também a marca da intervenção estrangeira na região.

@FeedInfo | #história
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📰🇧🇷 | Em 2001 o iG tentou fazer um “Dia da Boa Notícia” e foi interrompido pelo 11 de setembro

O portal iG planejou, em 2001, uma ação editorial e publicitária para dedicar um dia inteiro a notícias positivas como uma resposta ao clima de violência e ao sequestro de Patrícia Abravanel naquela época. A iniciativa foi idealizada na cúpula do portal (com participação de Nizan Guanaes entre os responsáveis pela estratégia).

No entanto, a data escolhida foi a manhã de 11 de setembro de 2001. O plano resistiu apenas algumas horas: o assassinato do prefeito de Campinas e, sobretudo, os atentados contra as Torres Gêmeas tornaram impossível manter uma capa “só boas notícias”. Por volta do segundo impacto o iG já havia abandonado a experiência para cobrir os fatos.

⁉️ E você, tem uma boa notícia de hoje para compartilhar? Poste aqui nos comentários! 🌟

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