Feed Info
1.75K subscribers
2.59K photos
1.29K videos
824 links
Canal sobre diversos tipos de curiosidades do Brasil e do Mundo.

• Conheça os canais Feed:
- @feedbrasil
- @etvmais

Anuncie no Feed: @feedads_bot
Download Telegram
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
4️⃣7️⃣ • Good Kid, m.a.a.d City - Kendrick Lamar

Lançamento: 2012
Gênero: Hip hop


O debut de um dos maiores nomes da história do hip hop é um álbum conceitual, no qual Kendrick narra a história de um jovem que cresceu em meio à violência policial e à indigência, induzido a acreditar que o crime compensa e a valentia, a ostentação e o pequeno poder são formas de reafirmação. Ao longo de uma história pesada, o adolescente percebe que estava tardado, na realidade, a se tornar estatística de um sistema que não mede esforços para eliminá-lo. O álbum se destaca tanto pela crítica social afiada, quanto pela sua produção formidável e pelos magníficos hits Money Trees e Bitch Don’t Kill My Vibe.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
16👍2
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
4️⃣6️⃣ • Golden Hour - Kacey Musgraves

Lançamento: 2018
Gênero: Country


Vencedor do álbum do ano de 2019, Golden Hour é a reinvenção da música country norte-americana. Com elementos de rock, pop e disco music, o projeto traz o lado mais romântico de Kacey Musgraves, que ao longo de deliciosas faixas, narra as camadas do amor, focando tanto na paixão platônica, quanto nas decepções amorosas. O disco permite à artista se desconectar e desacelerar, criando um projeto que traduz seus sentimentos mais genuínos. Um excelente álbum para se escutar em uma estrada ou em um momento calmo de fim de tarde.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
11👍3💘1
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
4️⃣5️⃣ • Sometimes I Might be Introvert - Little Simz

Lançamento: 2021
Gênero: Hip hop


Em seu 4° álbum de estúdio, a britânica-nigeriana Little Simz se justifica com a maior rapper feminina da geração. Com uma produção quase cinematográfica, a artista explora desde a música barroca até R&B, afrobeats, soul, jazz e alté. Em faixas que encaixam sonoramente, Simz explora com maestria temas sociais e questões sistêmicas, mas foca em uma reflexão pessoal e quase terapêutica sobre as suas inseguranças, em um mundo que lhe cobra força a todo tempo. Simz abre todas as suas feridas, desde o abandono paterno até a autoestima. Uma herdeira à altura de Lauryn Hill.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
5👍2🔥1
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
4️⃣4️⃣ • Oil of Every Pearl’s Un-Insides - SOPHIE

Lançamento: 2018
Gênero: Experimental


Em seu único álbum feito em vida, SOPHIE, precursora do hyperpop, nos presenteou com um trabalho onde todos os conceitos que conhecemos sobre música, som e melodia são desconstruídos. Depois da acessível faixa de abertura “It’s Ok to Cry”, o disco traz uma produção onde o caos, a superação da estrutura e a exploração dos sons mais marginais que o ouvido humano consegue apreciar dão um tom incomparável a esta obra-prima. Antes de seu falecimento trágico, SOPHIE fez questão de inaugurar uma nova era na música alternativa.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
🥰115😁3
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
4️⃣3️⃣ • SOS - SZA

Lançamento: 2022
Gênero: R&B


Talvez o maior sucesso comercial da década, SOS obteve aclamação tanto do público, quanto da crítica. Em suas 23 faixas, o 2° disco de SZA é um projeto que, mesmo soando acessível, mantém a veia artística e criativa, explorando toda a paleta de sons do R&B. O grande destaque , porém, é a completude lírica. Com letras universais, SZA se permite ser vulnerável, mas também assertiva e madura, traduzindo as complexidades do amor, da solidão, do coração partido e das próprias questão internas. Um obra-prima que mostra que criatividade e apelo popular não são antagônicos.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
20🤔6
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
4️⃣2️⃣ • Body Talk - Robyn

Lançamento: 2010
Gênero: Pop alternativo


Em uma época onde o pop estava dominada pelo EDM genérico, a artista sueca Robyn, que ja se destacava nos anos 2000, entregou um projeto que estabeleceu o patamar de qualidade dentro do gênero no início dos anos 2010. Em Body Talk, a artista usa uma produção eletrônica, techno e alternativa refinada para conceber músicas muito bem trabalhadas, enquanto aborda, com precisão, as questões da virada da década, sobretudo a relação humana com a tecnologia. O grande destaque do disco é a impecável faixa Dancing on My Own, uma ode ao amor próprio.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
14
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
4️⃣1️⃣ • The Blueprint - Jay Z

Lançamento: 2001
Gênero: Hip hop


Lançado no fatídico 11 de setembro de 2001, o 6° álbum de Jay Z foi o responsável por torná-lo o rapper mais influente dos anos 2000. Com uma escrita afiada e debochada, uma postura de autoafirmação e de celebração de pessoal e, sobretudo, com uma postura combativa frente a seus detratores, Jay Z se consolida como um dos compositores mais criativos do gênero. Outro destaque é a opulenta produção, que traz influências do gospel, jazz e da música africana. Um projeto que é, ao mesmo tempo, uma homenagem ao rap old school e a inauguração de uma nova fase no estilo musical.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
9🌚3👍2
🐳 | Tubarão-baleia: curiosidades sobre o gigante dos oceanos

O tubarão-baleia, maior peixe do mundo, se destaca por sua forma única de se alimentar. Apesar de ter quase 300 dentes, eles são considerados inúteis, pois o animal não morde nem mastiga suas presas.

Ele se alimenta por filtragem de água, nadando ou permanecendo parado, engolindo milhares de litros de água por vez. A água passa pelas guelras, que retêm pequenos organismos, como krill, larvas de caranguejo, medusas, sardinhas, anchovas, cavala, pequenos atuns e lulas, alguns com apenas 1 milímetro.

Essa técnica faz do tubarão-baleia um dos habitantes mais singulares e importantes dos oceanos, contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas marinhos.

@feedinfo | #curiosidades
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
21🤯1
🐕 | Valerie: a dachshund que sobreviveu sozinha por 529 dias na Ilha Kangaroo

Valerie, uma cachorrinha da raça dachshund, fugiu durante uma viagem de acampamento com seus donos, Georgia Gardner e Josh Fishlock, na Ilha Kangaroo, na Austrália, em novembro de 2023. Apesar de seu tamanho pequeno e temperamento dócil, ela conseguiu sobreviver por 529 dias sozinha na natureza selvagem da ilha.

Durante esse período, Valerie enfrentou predadores como águias-de-cauda-longa e cobras venenosas. Especialistas acreditam que ela se alimentou de restos de animais mortos e bebeu água de fontes naturais disponíveis na ilha. Curiosamente, ela ganhou peso durante sua jornada, passando de 8 para 13 libras (aproximadamente 3,6 para 5,9 kg), o que sugere que conseguiu se alimentar adequadamente .

Após meses de buscas sem sucesso, a Kangala Wildlife Rescue iniciou uma operação de resgate mais intensiva. Eles utilizaram câmeras de vigilância e iscas com o cheiro dos donos para atrair Valerie. Finalmente, em maio de 2025, ela foi capturada e reunida com seus donos, que estavam emocionados com o retorno da cachorrinha .

@feedinfo | #curiosidades
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
❤‍🔥30👍1
🌱 | Por que plantas carnívoras jamais atacam humanos, dizem cientistas

Apesar de sua fama de predadoras, as plantas carnívoras não representam ameaça a humanos. Especialistas afirmam que isso se deve a limites biológicos e ambientais que impedem seu crescimento e eficiência predatória em grande escala.

Essas espécies habitam solos pobres em nutrientes, como brejos e pântanos, e capturam insetos e pequenos animais para suprir carências de nitrogênio e fósforo. Tentar capturar presas maiores exigiria mais energia do que o ambiente poderia oferecer, tornando o processo inviável.

Além disso, suas armadilhas são pequenas e delicadas, incapazes de sustentar o peso de um animal grande. Plantas como a Vênus-papa-moscas e os jarros de Nepenthes desenvolveram estruturas otimizadas para capturar apenas organismos pequenos, como insetos e pequenos vertebrados.

A combinação de restrições ecológicas, mecânicas e metabólicas explica por que, mesmo com quase 300 milhões de anos de evolução, essas plantas nunca se tornaram predadoras de grandes animais, permanecendo focadas em presas diminutas.

@feedinfo | #curiosidades
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
12
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
👨‍💻22🥰82
💿 | Hoje retomaremos nosso ranking!

A partir das 15:00, você conhecerá os álbuns que estão entre as posições 31 a 40 na nossa lista.

Alguma aposta?

@FeedInfo
7
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
4️⃣0️⃣ • Magdalene - FKA Twigs

Lançamento: 2019
Gênero: Alternativo


O aclamado 2° album de FKA Twigs é um trabalho emocionalmente denso e ricamente produzido. No disco, ela compara sua dor à de Maria Madalena, figura feminina histórica cujo papel na vida de Jesus foi apagado. Através de 8 faixas experimentais e na catártica outro “cellophane”, que serve como um desabafo nu e cru, FKA abre suas feridas acerca da relação abusiva que teve com Shia Labeouf, da perseguição que sofreu dos fãs de Crepúsculo por sua relação com Robert Pattison e de um tumor que teve. Um grito de socorro em meio à meticulosa criatividade sonora.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
10
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
3️⃣9️⃣ • Yankee Hotel Foxtrot - Wilco

Lançamento: 2002
Gênero: Folk rock


Apostando na mistura de country e rock, Wilco tornou-se, através deste ótimo 4° disco, a principal banda indie norte-americana no início do milênio. Em 11 faixas com letras abstratas, compostas pelo vocalista Jeff Tweedy, o disco aborda as vicissitudes da pós-modernidade, tratando da falha em estabelecer conexões, da banalidade da cultura consumista americana, da solidão amorosa e do autoconhecimento. Chama atenção a faixa Jesus, Etc., que, mesmo tendo sido escrita em 2000, pareceu prever os ataques do 11/9, ao falar, metaforicamente, sobre grandes edifícios desabando.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
4👍2
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
3️⃣8️⃣ • El Mal Querer - Rosalía

Lançamento: 2018
Gênero: Flamenco


O álbum que consolidou Rosalía como a artista espanhola mais famosa do século é um trabalho que mescla cultura tradicional e inovação artística. El Mal Querer é um disco conceitual baseado em uma novela cigana do século 13, que fala sobre uma cigana vítima de uma relação abusiva. Apesar do predomínio da sonoridade do flamenco da Andaluzia, o álbum interpola faixas famosas do R&B contemporâneo, trazendo uma sonoridade moderna. No melhor álbum em língua espanhola do século, Rosalía presta homenagem à historicamente apagada cultura cigana na Espanha.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
15😍2
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
3️⃣7️⃣ • Cowboy Carter - Beyoncé

Lançamento: 2024
Gênero: Country


Comprovando sua capacidade de transitar entre gêneros musicais, Beyoncé traz, em seu 8° disco, a sonoridade da música country. O álbum é uma resposta aos ataques racistas que ela sofreu ao apresentar sua canção Daddy Lessons durante a Country Music Awards. Em Cowboy Carter, Beyoncé reivindica a origem negra de gênero apropriado por artistas brancos, fundindo-o a elementos de rock, funk brasileiro e hip hop. Em um álbum repleto de referências históricas, Beyoncé reescreve a história não só do country, mas também de um país artística e culturalmente racista.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
24👎11😁4🗿1
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
3️⃣6️⃣ • Titanic Rising - Weyes Blood

Lançamento: 2019
Gênero: Chamber pop


O 4° álbum de estúdio da cantora e compositora Weyes Blood é um dos maiores trabalhos de pop barroco de todos os tempos. Com sua voz grave e uma produção maximalista, a artista parece cantar na sacristia de uma catedral, trazendo um som reconfortante e sofisticado. Liricamente, o álbum trata do aparente colapso de nosso tecido social, com a artista discorrendo sobre as relações liquidas, a crise climática e a falta de uma crença para se apegar. Além disso, Weyes finaliza o álbum com uma linda homenagem a uma amiga falecida.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
11😍2
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
3️⃣5️⃣ • Igor - Tyler, the Creator

Lançamento: 2019
Gênero: Hip hop


Lidando com o fato de ser um dos poucos rappers assumidamente gays, Tyler traz, neste aclamado disco, o trabalho mais ambicioso de sua carreira. Igor, alterego do artista, é um disco conceitual onde Tyler fala sobre um triângulo amoroso com um homem que vivia dentro do armário em uma relação de fachada com uma mulher. Com faixas abertas à interpretação do ouvinte, o álbum traz emoções complexas, como dependência emocional, falta de amor próprio, bipolaridade e inveja. Merece destaque a produção magnífica e criativa, com sons que criam novas camadas narrativas.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
16👍2
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
3️⃣4️⃣ • Vulnicura - Björk

Lançamento: 2015
Gênero: Experimental


Em seu 8° álbum, Björk prova sua longevidade dentro do art pop com o trabalho mais emocional de sua carreira. Através de 9 faixas que duram 58 minutos, acompanhadas da riquíssima produção de Arca, a artista desabafa sobre seu divórcio, no disco em que mais temos acesso à vida pessoal da cantora islandesa. Com melodias nada convencionais, sons que parecem emular a natureza e letras carregadas de sentimento, Björk nos convence de que seu amor era verdadeiro, mostrando que até a artista mais irreverente dos anos 90 pode ser frágil e melancólica.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
9🥰3
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
3️⃣3️⃣ • Kala - M.I.A.

Lançamento: 2007
Gênero: Experimental


Em seu 2° disco, cujo nome é uma homenagem à sua mãe, a artista cingalesa-britânica M.I.A. traz uma celebração do multiculturalismo e um manifesto político a favor da descolonização e do grito dos povos do Sul Global. Misturando sons do Sri Lanka, Índia, Brasil, África e dos aborígenes australianos ao punk e à música eletrônica, a artista produz um trabalho que não soa como nada feito até hoje. Kala é um bom retrato urbano do “Terceiro Mundo” e, apesar de parecer dançante, o disco é carregado de temas sociais, como imigração, apropriação cultural, desigualdades globais e xenofobia.

@FeedInfo
Please open Telegram to view this post
VIEW IN TELEGRAM
11👍2