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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
5️⃣8️⃣ • Isolation - Kali Uchis

Lançamento: 2018
Gênero: R&B


Em meio ao renascimento do R&B, o debut de Kali Uchis se destaca por modernizar o estilo através de elementos da música latina, do reggae, funk, jazz e até da bossa-nova. Cantando em inglês e espanhol, a artista colombiana traz um álbum confessional e sensual, onde os temas centrais são a superação de amores que não a fizeram bem e a exploração poética da sexualidade. Mesmo com contribuições de peso, como Tyler the Creator, Jorja Smith e Steve Lacy, a voz da artista se destaca em meio às diversidade melódicas e sonora das ótimas 16 faixas.

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5️⃣7️⃣ • Broke With Expensive Taste - Azealia Banks

Lançamento: 2014
Gênero: House


Apesar da persona controversa de Azealia Banks, sua obra musical nos entrega excelência e criatividade. Neste álbum debut, a “sacerdotiza do hip hop” mistura o rap e a house music e traz influências da salsa, em um projeto onde o maior destaque é a produção sofisticada. Entre faixas animadas, liberdade sexual, deboche afiado e storytelling, a artista mostra habilidade como compositora. Seu tom atrevido e despreocupado criam uma figura com muita personalidade. Apesar de repleto de referências aos anos 90, o disco é idiossincrático e não se assemelha a nada que foi lançado no hip hop nos últimos anos.

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5️⃣6️⃣ • Discovery - Daft Punk

Lançamento: 2001
Gênero: Disco


Em seu debut na indústria musical, o duo Daft Punk faz um trabalho dialético: ao mesmo tempo que bebe das referências da disco music dos anos 70 e 90, desconstrói o gênero. Em meio a faixas robóticas, sintetizadas e eletrônicas, temos uma produção maximalista. O disco mostra que, sem precisar de letras confessionais ou instrumentais crus, é possível criar diversas sensações no ouvinte através de criatividade sonora e pensamento vanguardista. Sem essa reinvenção dos conceitos de som e melodia que o duo trouxe no início do século, a música eletrônica atual não existiria.

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5️⃣5️⃣ • Lovers Rock - Sade

Lançamento: 2000
Gênero: Reggae


Uma das cantoras mais aclamadas dos anos 80 e 90, a nigeriana Sade Adu entra no novo milênio com uma sonoridade nova. Abandonando o soul psicodélico de seu magnum opus Love Deluxe, a artista abraça o Lovers Rock, subgênero do reggae caracterizado por produção orgânica e letras românticas. Com algumas das canções mais apaixonantes e lindas de sua carreira, interpoladas aos fortes momentos de consciência social das faixas “Slave Song” e “Immigrant”, Sade mostra que, mesmo sem Bob Marley, o reggae continua triunfando no século 21.

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5️⃣4️⃣ • The Fame Monster - Lady Gaga

Lançamento: 2009
Gênero: Pop


Dando continuidade ao fenômeno que foi seu álbum debut, Lady Gaga traz um disco que caiu como uma reviravolta na música pop. Ao invés de manter a imagem conformista do gênero, ela ousa trazer uma estética dark, com elementos de horror e underground, que moldaram não só a sua persona polêmica e divisora de opiniões, mas toda a estética do gênero no início dos anos 2010. Além da ousadia, Gaga mostrou também saber o que o público quer ouvir, produzindo os melhores hits de sua carreira, como Telephone, Alejandro, Bad Romance e Monster.

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5️⃣3️⃣ • Flower Boy - Tyler, the Creator

Lançamento: 2017
Gênero: Hip hop


No álbum que gerou o seu enorme hit “See you Again”, Tyler redireciona sua carreira, trazendo um álbum muito mais pessoal, onde aborda, sem rodeios e de forma poética, sua homossexualidade, seu passado e suas inseguranças. Contando com participações de Kali Uchis, Frank Ocean, Jaden Smith, Asap Rock e Estelle, contemplamos um Tyler mais vulnerável, mais consciente socialmente e com versos muito mais bem escritos do que antes. Sonoramente, Flower Boy é o trabalho mais acessível do rapper, com uma produção de jazz e soul que referencia Stevie Wonder.

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5️⃣2️⃣ • Be the Cowboy - Mitski

Lançamento: 2018
Gênero: Indie rock


Em seu ótimo 5° álbum de estúdio, Mitski obteve o maior sucesso comercial de sua carreira até então. Mantendo a sonoridade indie rock, o disco é uma abordagem sincera, filosófica e melancólica da solidão. A artista usa figuras femininas, como a da esposa infeliz no casamento, a da mulher que sente saudades de um antigo relacionamento ou da moça que procura afeto em uma relação deveras sexualizada para ilustrar com perfeição as camadas da solidão feminina, enquanto reafirma seu compromisso com a música em detrimento da busca pelo amor.

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5️⃣1️⃣ • Aaliyah - Aaliyah

Lançamento: 2001
Gênero: R&B


O início dos anos 2000 foi a época do grande monopólio do R&B na música mainstream. E ninguém inovou tanto no gênero como Aaliyah em seu disco epônimo. Lançado pouco antes de seu trágico falecimento, o 3° álbum da princesa do R&B traz colagens sonoras nunca antes vistas na música. A brilhante produção futurista e envolvente do álbum inspirou diversas artistas alternativas atuais. O projeto traz o ápice da criatividade de Aaliyah, mostrando por que, 24 anos após a fatalidade, ela ainda é uma das artistas mais amadas do século.

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💿 | A primeira metade do ranking “top 100 álbuns do século 21” foi concluída!

Os 50 álbuns revelados até o momento:

51. Aaliyah - Aaliyah
52. Be the Cowboy – Mitski
53. Flower Boy - Tyler, the Creator
54. The Fame Monster - Lady Gaga
55. Lovers Rock - Sade
56. Discovery – Daft Punk
57. Broke With Expensive Taste - Azealia Banks
58. Isolation - Kali Uchis
59. New Amerykah Part One: 4th World War - Erykah Badu
60. Motomami – Rosalía
61. Art Angels – Grimes
62. BRAT - Charli XCX
63. We Got It From Here… Thank you 4 Your Service - A Tribe Called Quest
64. Stories from the City, Stories from the Sea - PJ Harvey
65. St. Vincent - St. Vincent
66. Sound & Color - Alabama Shakes
67. 21 - Adele
68. Be - Common
69. Currents – Tame Impala
70. Did You Know There’s a Tunnel Under Ocean Blvd - Lana Del Rey
71. You Want it Darker - Leonard Cohen
72. Imaginal Disk – Magdalena Bay
73. Room 25 - Noname
74. Hadestown – Anaïs Mitchell
75. Miss E… So Addictive – Missy Elliott
76. Evermore – Taylor Swift
77. Raven - Kelela
78. Mr. Morale & The Big Steppers – Kendrick Lamar
79. The Emancipation of Mimi - Mariah Carey
80. Visions – Grimes
81. Random Access Memories - Daft Punk
82. Who is Jill Scott? Words and Sounds Vol. 1 - Jill Scott
83. Elephant - The White Stripes
84. Arca - Arca
85. Honey - Robyn
86. Sweetener - Ariana Grande
87. The Breakthrough – Mary J. Blige
88. I Love You, Honeybear - Father Jon Misty
89. Songs in A Minor - Alicia Keys
90. Demon Days - Gorillaz
91. Fountain Baby - Amaarae
92. Puberty 2 – Mitski
93. Tchamantché – Rokia Traoré
94. Run the Jewels 2 - Run the Jewels
95. Ultraviolence - Lana Del Rey
96. Night Time, My Time - Sky Ferreira
97. Blackout – Britney Spears
98. Astroworld - Travis Scott
99. Songs for our Daughter - Laura Marling
100. GUTS - Olivia Rodrigo


A partir de hoje, começaremos o top 50! Quais álbuns vocês apostam que estarão neste topo?

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5️⃣0️⃣• Preacher’s Daughter - Ethel Cain

Lançamento: 2022
Gênero: Americana


Misturando americana, folk, gótico e rock psicodélico, Pracher’s Daughter traz um retrato cru e assombrado dos EUA profundos, envolto em um storytelling perturbador. O debut de Hayden Anhedönia é um álbum conceitual na qual seu alter ego,
Ethel Cain, é a filha de um decano abusivo de uma cidade pequena. Como uma mulher trans crescendo em um ambiente repressor, ela encontra refúgio no amor, sem saber que isso seria a razão de sua morte brutal. O álbum se destaca pela qualidade da composição e sonoridade, contando uma história que reflete a realidade de muitas mulheres trans norte-americanas.

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4️⃣9️⃣ • Fleet Foxes - Fleet Foxes

Lançamento: 2008
Gênero: Folk


O disco debut da banda de indie folk remonta às raízes da música norte-americana, trazendo um folk muito mais tradicional do que o de artistas como Bon Dylan e Neil Young. Ao invés de storytelling sobre os temas românticos e políticos, Fleet Foxes é um álbum quase arcadista, retratando a vida pastoril, com descrições sobre a natureza e cenas bucólicas. Ouvir este álbum é ter uma viagem escapista pelo cotidiano e as histórias das comunidades rurais dos montes Apalaches, no melhor esforço de revitalizar a música de raízes deste século.

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4️⃣8️⃣ • ANTI - Rihanna

Lançamento: 2016
Gênero: Pop alternativo


Em seu 8° e último disco lançado, Rihanna, maior hitmaker do século 21, se rebela contra a indústria musical e traz um álbum em que explora seu lado artístico, inovador e independente. Entregando uma impressionante mistura de rock, soul, doo wop, música psicodélica, hip hop e experimental, ANTI é o grito de liberdade artística da diva caribenha, que teve sua criatividade ofuscada pela pressão para ser o rosto de pop. A apoteótica aposentadoria musical de um ícone que nos entrega uma reinvenção sonora ao longo de ótimas canções.

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4️⃣7️⃣ • Good Kid, m.a.a.d City - Kendrick Lamar

Lançamento: 2012
Gênero: Hip hop


O debut de um dos maiores nomes da história do hip hop é um álbum conceitual, no qual Kendrick narra a história de um jovem que cresceu em meio à violência policial e à indigência, induzido a acreditar que o crime compensa e a valentia, a ostentação e o pequeno poder são formas de reafirmação. Ao longo de uma história pesada, o adolescente percebe que estava tardado, na realidade, a se tornar estatística de um sistema que não mede esforços para eliminá-lo. O álbum se destaca tanto pela crítica social afiada, quanto pela sua produção formidável e pelos magníficos hits Money Trees e Bitch Don’t Kill My Vibe.

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4️⃣6️⃣ • Golden Hour - Kacey Musgraves

Lançamento: 2018
Gênero: Country


Vencedor do álbum do ano de 2019, Golden Hour é a reinvenção da música country norte-americana. Com elementos de rock, pop e disco music, o projeto traz o lado mais romântico de Kacey Musgraves, que ao longo de deliciosas faixas, narra as camadas do amor, focando tanto na paixão platônica, quanto nas decepções amorosas. O disco permite à artista se desconectar e desacelerar, criando um projeto que traduz seus sentimentos mais genuínos. Um excelente álbum para se escutar em uma estrada ou em um momento calmo de fim de tarde.

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4️⃣5️⃣ • Sometimes I Might be Introvert - Little Simz

Lançamento: 2021
Gênero: Hip hop


Em seu 4° álbum de estúdio, a britânica-nigeriana Little Simz se justifica com a maior rapper feminina da geração. Com uma produção quase cinematográfica, a artista explora desde a música barroca até R&B, afrobeats, soul, jazz e alté. Em faixas que encaixam sonoramente, Simz explora com maestria temas sociais e questões sistêmicas, mas foca em uma reflexão pessoal e quase terapêutica sobre as suas inseguranças, em um mundo que lhe cobra força a todo tempo. Simz abre todas as suas feridas, desde o abandono paterno até a autoestima. Uma herdeira à altura de Lauryn Hill.

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4️⃣4️⃣ • Oil of Every Pearl’s Un-Insides - SOPHIE

Lançamento: 2018
Gênero: Experimental


Em seu único álbum feito em vida, SOPHIE, precursora do hyperpop, nos presenteou com um trabalho onde todos os conceitos que conhecemos sobre música, som e melodia são desconstruídos. Depois da acessível faixa de abertura “It’s Ok to Cry”, o disco traz uma produção onde o caos, a superação da estrutura e a exploração dos sons mais marginais que o ouvido humano consegue apreciar dão um tom incomparável a esta obra-prima. Antes de seu falecimento trágico, SOPHIE fez questão de inaugurar uma nova era na música alternativa.

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4️⃣3️⃣ • SOS - SZA

Lançamento: 2022
Gênero: R&B


Talvez o maior sucesso comercial da década, SOS obteve aclamação tanto do público, quanto da crítica. Em suas 23 faixas, o 2° disco de SZA é um projeto que, mesmo soando acessível, mantém a veia artística e criativa, explorando toda a paleta de sons do R&B. O grande destaque , porém, é a completude lírica. Com letras universais, SZA se permite ser vulnerável, mas também assertiva e madura, traduzindo as complexidades do amor, da solidão, do coração partido e das próprias questão internas. Um obra-prima que mostra que criatividade e apelo popular não são antagônicos.

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4️⃣2️⃣ • Body Talk - Robyn

Lançamento: 2010
Gênero: Pop alternativo


Em uma época onde o pop estava dominada pelo EDM genérico, a artista sueca Robyn, que ja se destacava nos anos 2000, entregou um projeto que estabeleceu o patamar de qualidade dentro do gênero no início dos anos 2010. Em Body Talk, a artista usa uma produção eletrônica, techno e alternativa refinada para conceber músicas muito bem trabalhadas, enquanto aborda, com precisão, as questões da virada da década, sobretudo a relação humana com a tecnologia. O grande destaque do disco é a impecável faixa Dancing on My Own, uma ode ao amor próprio.

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4️⃣1️⃣ • The Blueprint - Jay Z

Lançamento: 2001
Gênero: Hip hop


Lançado no fatídico 11 de setembro de 2001, o 6° álbum de Jay Z foi o responsável por torná-lo o rapper mais influente dos anos 2000. Com uma escrita afiada e debochada, uma postura de autoafirmação e de celebração de pessoal e, sobretudo, com uma postura combativa frente a seus detratores, Jay Z se consolida como um dos compositores mais criativos do gênero. Outro destaque é a opulenta produção, que traz influências do gospel, jazz e da música africana. Um projeto que é, ao mesmo tempo, uma homenagem ao rap old school e a inauguração de uma nova fase no estilo musical.

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