Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2016
Gênero: Folk
Lançado 17 dias antes de sua morte, Leonard Cohen, eternizado pela canção Hallelujah, nos entrega um álbum de despedida capaz de arrancar lágrimas. Com mistura de sons folk, clássicos e tradicionais, Cohen usa os poemas das 9 faixas para discutir sua relação com Deus, sua crença tanto no judaísmo quanto no budismo, sua negação do cristianismo e seu acerto de contas com as mulheres que amou e as pessoas que magoou. Uma elegante e profunda despedida de um ícone.
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💿 | E estes foram os álbuns revelados hoje em nosso ranking:
71. You Want it Darker - Leonard Cohen
72. Imaginal Disk – Magdalena Bay
73. Room 25 - Noname
74. Hadestown – Anaïs Mitchell
75. Miss E… So Addictive – Missy Elliott
76. Evermore – Taylor Swift
77. Raven - Kelela
78. Mr. Morale & The Big Steppers – Kendrick Lamar
79. The Emancipation of Mimi - Mariah Carey
80. Visions – Grimes
Amanhã, revelaremos os álbuns nas posições 61-70.
O que está achando do ranking até agora? Quais álbuns te chamaram atenção?
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71. You Want it Darker - Leonard Cohen
72. Imaginal Disk – Magdalena Bay
73. Room 25 - Noname
74. Hadestown – Anaïs Mitchell
75. Miss E… So Addictive – Missy Elliott
76. Evermore – Taylor Swift
77. Raven - Kelela
78. Mr. Morale & The Big Steppers – Kendrick Lamar
79. The Emancipation of Mimi - Mariah Carey
80. Visions – Grimes
Amanhã, revelaremos os álbuns nas posições 61-70.
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Em 24 de agosto de 1954, Getúlio Vargas, presidente do Brasil, de 71 anos, faleceu ao disparar uma bala contra o próprio coração, em meio a intensa crise política causada por pressões de opositores, setores militares e da imprensa. Sua morte causou comoção nacional e marcou profundamente a política brasileira.
Vargas governou o país por mais de 25 anos, alternando entre nacionalismo, autoritarismo e reformas sociais. Durante seu período no poder, implementou importantes leis e medidas que moldaram a sociedade brasileira, mas também enfrentou críticas e deixou impactos negativos:
Principais leis e medidas de Getúlio Vargas
• Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, 1943): regulamentou férias, jornada de 8h, descanso semanal e direitos de mulheres e menores.
• Criação da Justiça do Trabalho (1941): órgãos especializados em conflitos trabalhistas.
• Salário mínimo (1936): garantia de remuneração mínima para trabalhadores urbanos.
• Carteira de trabalho (1932): registro oficial dos direitos do trabalhador.
• Estímulo à indústria nacional: proteção tarifária e criação de empresas estatais estratégicas.
• Leis de proteção a mulheres e menores: regulamentação da jornada e das condições de trabalho.
• Estado Novo (1937–1945): centralização do poder, censura à imprensa e repressão política.
Impactos negativos
• Autoritarismo e restrição das liberdades civis durante o Estado Novo.
• Censura à imprensa e perseguição a opositores políticos.
• Fortalecimento do poder presidencial em detrimento de instituições democráticas.
• Crises políticas recorrentes, incluindo conflitos com militares e a elite econômica.
Vargas deixou legado profundo nas áreas trabalhista, industrial e social, mas sua trajetória também é marcada por controvérsias políticas e sociais que influenciaram o país por décadas.
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💿 | Hoje daremos continuidade ao nosso ranking. A partir das 15:00, você conhecerá os álbuns que estão entre as posições 61 a 70 na nossa lista. Alguma aposta? @FeedInfo
💿 | Um dos álbuns do ranking hoje fez nosso ADM @LitteCacau chorar em diversas faixas!
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2023
Gênero: Chamber pop
Nono trabalho de estúdio de Lana Del Rey, o disco surpreende pela mistura de momentos conversacionais e intimistas com influências que vão do gospel a batidas mais pesadas. A própria Lana definiu a obra como “muito verborrágica”, quase como se estivesse “digitando sua mente”, reforçando o caráter profundamente confessional das faixas. Trata-se de um trabalho maduro, sensível e ousado, que consolida Lana como uma das artistas mais inventivas de sua geração. Destaque para A&W, faixa em duas partes que traz sua crítica social mais afiada até então.
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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2015
Gênero: Neo-psicodélico
Em seu trabalho mais ambicioso até hoje, Kevin Parker, produtor e líder da banda Tame Impala, faz uma aposta arriscada ao abandonar o lo-fi e construir um disco com uma super produção psicodélica. O resultado é um banquete sonoro. Currents é um conjunto de faixas nas quais vozes distorcidas, combinação de instrumentos criativos, sintetizadores e progressões vocais criam um clima sonoro que parece uma viagem pelo subconsciente humano, ainda que seu conteúdo lírico evoque temas cotidianos.
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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2005
Gênero: Hip hop
O rapper mais consciente dos anos 2000, Common entrega um projeto onde o pessoal e o social se confundem. “Be” traz uma produção rica, misturando gospel, jazz, funk e soul. No campo da poesia, o rapper mostra sua habilidade em escrever sobre diversos temas em 11 faixas que abordam amor, fé, conflito geracional, a dualidade da vida nas periferias e até storytelling na faixa Testify, que narra uma mulher tentando livrar o marido de uma condenação por um crime cometido por ela. O álbum chama a atenção tanto dos fãs de rap quanto de soul.
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Lançamento: 2011
Gênero: Pop
Sendo conhecida como a grande vocalista dos anos 2010, Adele traz o ápice de sua composição e de interpretação no álbum mais vendido do século. Falando com maturidade sobre suas desilusões amorosas, ainda que fosse uma jovem de 21-23 anos, Adele consegue se destacar em meio ao predomínio do pop bubblegum, fazendo uma geração se interessar por baladas românticas com influência do soul e gospel e lideradas por pianos, sem seguir a norma da produção EDM da época. A artista provou que ainda há lugar para o desabafo visceral na música.
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Lançamento: 2015
Gênero: Blues-rock
Após o sucesso da canção “Hold On”, a banda retornou com um álbum riquíssimo sonoramente, onde cada faixa explora uma diferente coloração musical. Com influência do blues, punk, indie, soul e da música futurista, o álbum consegue criar diferentes cenários e ambientes com instrumentos criativamente estruturados e produção vasta, que acompanham a voz potente da vocalista Brittany Howard. Explorando o conceito de um astronauta buscando uma nova vida em outro planeta, o disco discute questões humanas universais.
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Lançamento: 2015
Gênero: Rock alternativo
Em seu trabalho mais experimental, St. Vincent traz, em seu álbum epônimo, suas composições afiadas e debochadas para falar sobre a busca por identidade na era virtual. Alternando entre busca por momentos de liberdade, inseguranças com a solidão, críticas ao “cronicamente online”, descrição de sonhos e dedicatórias à mãe doente e ao amigo com dificuldade em assumir sua orientação sexual, a artista mostra como consegue mesclar bem a poesia e as múltiplas variações sonoras permitidas dentro do art rock e do art pop.
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Lançamento: 2000
Gênero: Rock alternativo
Abandonando a sonoridade grunge que a consolidou como uma das maiores artistas do pós-punk dos anos 90, PJ Harvey entra no novo milênio com um álbum indie rock, escrito na época em que a cantora britânica experienciou o caos urbano de New York. O disco rompe com suas composições confessionais e traz comentários sociais ao falar sobre o armamento, a violência urbana, a atomização metropolitana e até trazer implicitamente uma história de violência sexual. Uma joia que foi negligenciada frente aos projetos masculinos do gênero lançados no mesmo período.
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Lançamento: 2016
Gênero: Hip hop
Fenômeno nos anos 90 pela sua poesia excelente e por rejeitar a cultura gangster, o grupo volta, anos depois, com este ótimo álbum de despedida. Em 2016, dois fatos marcaram a trajetória do grupo: a morte do integrante Phife Dawg e a eleição de Trump. Com produção de jazz futurista, o álbum homenageia Phife e Malcom X e discute o rap mainstream, desigualdades social, vício em analgésicos, infância, poder, anti-capitalismo e o ego humano, com um uso inteligente da linguagem. A despedida triunfal dos “Bob Dylans” do hip hop.
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Lançamento: 2024
Gênero: Alternativo
O fenômeno BRAT, sexto álbum de estúdio de Charli XCX, redefiniu os rumos do pop eletrônico recente. Inspirado no espírito experimental de Pop 2, o projeto mergulha em sons crus e intensos, combinando batidas pesadas com uma estética ousada e debochada. A divulgação foi um espetáculo à parte, com singles como Von dutch, 360 e Club classics. Rapidamente, BRAT tornou-se o maior sucesso da carreira de Charli, em um trabalho inovador, divertido e irreverente, que a consolidou como uma das vozes mais influentes de sua geração.
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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2015
Gênero: Experimental
Em seu trabalho mais ambicioso, Grimes usa sons acessíveis e aparentemente alegres para falar de escapismo e criticar a misoginia e o viés comercial da indústria musical. Depois de ser deslegitimada como produtora e compositora, a artista traz um disco onde rejeita escrever sobre amor e prefere explorar temas como animes, a persona de Al Capone, sexo e crítica social implícita, em um dos trabalhos fundadores do “edgy” pop na era tumblr. Um disco inter geracional, que marcou a adolescência de muitos millenials e gen Z.
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💿 | E estes foram os álbuns revelados hoje em nosso ranking:
61. Art Angels – Grimes
62. BRAT - Charli XCX
63. We Got It From Here… Thank You 4 Your Service - A Tribe Called Quest
64. Stories from the City, Stories from the Sea - PJ Harvey
65. St. Vincent - St. Vincent
66. Sound & Color - Alabama Shakes
67. 21 - Adele
68. Be - Common
69. Currents – Tame Impala
70. Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd - Lana Del Rey
Retomaremos no próximo sábado, com os álbuns nas posições 51-60.
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61. Art Angels – Grimes
62. BRAT - Charli XCX
63. We Got It From Here… Thank You 4 Your Service - A Tribe Called Quest
64. Stories from the City, Stories from the Sea - PJ Harvey
65. St. Vincent - St. Vincent
66. Sound & Color - Alabama Shakes
67. 21 - Adele
68. Be - Common
69. Currents – Tame Impala
70. Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd - Lana Del Rey
Retomaremos no próximo sábado, com os álbuns nas posições 51-60.
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🌞✨ Atotô Obaluaê, você conhece o Olubajé?
Povo da terra, venha comer! Tradicionalmente no mês de agosto, no candomblé, é celebrado o Olubajé: a grande festa dedicada ao Rei da Palha, também conhecido como Omolu/Obaluaiê, orixá do sol, da saúde, da cura e também das doenças. Ele é representado pela palha que cobre o corpo, símbolo de mistério e respeito, e pelo fogo do sol que tanto pode queimar quanto aquecer e dar vida.
🔔 O que é o Olubajé?
O Olubajé, conhecido como “Banquete do Rei” ou “Festa da Comida”, é uma das mais importantes celebrações do candomblé, dedicada ao orixá Omolu/Obaluaiê, divindade ligada à cura, à saúde e também às doenças. A festa é marcada por cânticos, oferendas e a partilha de alimentos entre os participantes, simbolizando fartura, gratidão e proteção coletiva.
🍲 Como é celebrado?
É um banquete comunitário: a casa prepara muitas comidas sagradas e monta uma mesa farta. Parte é ofertada a Omolu/Obaluaiê e o restante é partilhado com filhos de santo, convidados e a vizinhança, que é chamada para comer. Em muitas casas, a pipoca consagrada (deburu) tem papel de destaque. Há cânticos, toques de atabaque, rezas e, ao final, ninguém sai sem comer, a fartura é para todos.
🌾 O mito por trás da celebração
Segundo a tradição iorubá, Omolu era um orixá rejeitado devido à sua aparência coberta por chagas. Humilhado e afastado, ele encontrou forças na solidão e se tornou senhor das doenças e da cura. O Olubajé marca o momento em que ele deixa de ser excluído e passa a ser celebrado com respeito e abundância. A comida, antes negada, agora é partilhada em sua honra, a vitória da vida sobre a dor.
✨ Significado
O Olubajé não é apenas um ritual religioso, mas também um gesto de solidariedade: compartilhar a comida é compartilhar a saúde e a proteção do orixá. É, acima de tudo, um banquete sagrado de união, fartura e agradecimento.
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#️⃣ #Brasil #Tradição
Povo da terra, venha comer! Tradicionalmente no mês de agosto, no candomblé, é celebrado o Olubajé: a grande festa dedicada ao Rei da Palha, também conhecido como Omolu/Obaluaiê, orixá do sol, da saúde, da cura e também das doenças. Ele é representado pela palha que cobre o corpo, símbolo de mistério e respeito, e pelo fogo do sol que tanto pode queimar quanto aquecer e dar vida.
🔔 O que é o Olubajé?
O Olubajé, conhecido como “Banquete do Rei” ou “Festa da Comida”, é uma das mais importantes celebrações do candomblé, dedicada ao orixá Omolu/Obaluaiê, divindade ligada à cura, à saúde e também às doenças. A festa é marcada por cânticos, oferendas e a partilha de alimentos entre os participantes, simbolizando fartura, gratidão e proteção coletiva.
🍲 Como é celebrado?
É um banquete comunitário: a casa prepara muitas comidas sagradas e monta uma mesa farta. Parte é ofertada a Omolu/Obaluaiê e o restante é partilhado com filhos de santo, convidados e a vizinhança, que é chamada para comer. Em muitas casas, a pipoca consagrada (deburu) tem papel de destaque. Há cânticos, toques de atabaque, rezas e, ao final, ninguém sai sem comer, a fartura é para todos.
🌾 O mito por trás da celebração
Segundo a tradição iorubá, Omolu era um orixá rejeitado devido à sua aparência coberta por chagas. Humilhado e afastado, ele encontrou forças na solidão e se tornou senhor das doenças e da cura. O Olubajé marca o momento em que ele deixa de ser excluído e passa a ser celebrado com respeito e abundância. A comida, antes negada, agora é partilhada em sua honra, a vitória da vida sobre a dor.
✨ Significado
O Olubajé não é apenas um ritual religioso, mas também um gesto de solidariedade: compartilhar a comida é compartilhar a saúde e a proteção do orixá. É, acima de tudo, um banquete sagrado de união, fartura e agradecimento.
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✝️☦️✡️☪️🪯☸️🕉️☯️⛩️☮️ | Qual religião mais se alinha com o seu pensamento e sua visão de mundo?
Faça o teste e descubra: https://www.idrlabs.com/what-religion-should-you-be/test.php
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E não, não estamos falando de séries da Netflix ou times de futebol recém-criados. São países de verdade que surgiram nas últimas décadas!
1️⃣ Sudão do Sul (2011) – O bebê do planeta! Nasceu depois de décadas de guerra contra o Sudão. Hoje é o país mais jovem do mundo.
2️⃣ Kosovo (2008) – Declarou independência da Sérvia, mas até hoje não é reconhecido por todos os países.
3️⃣ Montenegro (2006) – Ganhou liberdade da Sérvia após um referendo apertado. Hoje é point turístico no Adriático.
4️⃣ Sérvia (2006) – Parece estranho, mas só virou oficialmente independente depois que Montenegro saiu da união.
5️⃣ Timor-Leste (2002) – Lutou muito contra a Indonésia e hoje é um dos poucos países asiáticos que falam português.
6️⃣ Palau (1994) – Um paraíso tropical no Pacífico que antes era administrado pelos EUA.
7️⃣ Eslováquia (1993) – Surgiu com o famoso “Divórcio de Veludo” da Tchecoslováquia.
8️⃣ Macedônia do Norte (1991) – Teve que brigar até pelo nome com a Grécia, disputa que durou quase 30 anos.
9️⃣ Namíbia (1990) – Conquistou independência da África do Sul e virou exemplo de turismo sustentável.
🔟 República Tcheca (1993) – O país da capital mágica, Praga, onde a cerveja é mais barata que água.
1️⃣1️⃣ Eritreia (1993) – Ficou independente da Etiópia e guarda paisagens incríveis no Mar Vermelho.
Curioso, né? Muitos desses países ainda nem chegaram aos 35 anos de idade! Na escala da história, são praticamente adolescentes no mapa-múndi.
@FeedInfo | #geopolítica #curiosidades #países #história #cultura
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