Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2013
Gênero: Disco
Após o sucesso arrebatador no início do século, o duo francês voltou com um álbum com uma produção synth pop maximalista, que a todo momento presta homenagem à música disco europeia. Tendo recebido um grammy de “álbum do ano”, Random Access Memories traz ilustres colaboradores, como Pharrel Williams e Julian Casablancas. Seu grande destaque, porém, é a homenagem a Giorgio Moroder, percursor do synth pop europeu.
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💿 | E estes foram os álbuns revelados hoje em nosso ranking:
81. Random Access Memories - Daft Punk
82. Who is Jill Scott? Words and Sounds Vol. 1 - Jill Scott
83. Elephant - The White Stripes
84. Arca - Arca
85. Honey - Robyn
86. Sweetener - Ariana Grande
87. The Breakthrough – Mary J. Blige
88. I Love You, Honeybear - Father John Misty
89. Songs in A Minor - Alicia Keys
90. Demon Days - Gorillaz
Retomaremos no próximo sábado, com os álbuns de 71 a 80.
O que está achando do ranking até agora? Quais álbuns te chamaram atenção?
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81. Random Access Memories - Daft Punk
82. Who is Jill Scott? Words and Sounds Vol. 1 - Jill Scott
83. Elephant - The White Stripes
84. Arca - Arca
85. Honey - Robyn
86. Sweetener - Ariana Grande
87. The Breakthrough – Mary J. Blige
88. I Love You, Honeybear - Father John Misty
89. Songs in A Minor - Alicia Keys
90. Demon Days - Gorillaz
Retomaremos no próximo sábado, com os álbuns de 71 a 80.
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👀 Não sabemos se é o seu caso, mas há quem sinta muito tesão com a ideia de ter um punho inteiro sendo colocado dentro da vagina ou do ânus. Essa prática existe, e se chama fisting. Já ouviu falar?
@FeedInfo | #sexo #educaçãosexual #fisting #fetiches #saúde #cuidado
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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2012
Gênero: Experimental
Em um disco escrito e produzido sozinha, Grimes mostrou o ápice de seu experimentalismo. Variando entre sons eletrônicos, psicodélicos, sombrios, ambientes e orgânicos, Grimes nos entrega um trabalho ambicioso, no qual fala desde sobre o abuso sexual que sofreu até sobre suas inseguranças no meio artístico. Em seu trabalho mais vulnerável, a artista prova que consegue compor de forma acessível acompanhada de sonoridade e visuais inovadores.
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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2005
Gênero: R&B
Depois dos problemas pessoais e com a antiga gravadora, Mariah fez seu comeback com um álbum que é quase um segundo debut. The Emancipation respira liberdade artística e prova sua longevidade na indústria. Com deliciosas canções R&B, hip hop e pop, Mariah abandona a garota apaixonada e com desejos aflorados do passado e mostra ser uma nova popstar, uma mulher adulta, de personalidade e com mais maturidade para falar de sensualidade e romance.
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Lançamento: 2022
Gênero: Hip hop
Depois de 1.855 do lançamento de seu histórico DAMN, Kendrick retorna, em meio à pandemia, com um projeto arriscado e diferente dos demais. Ao invés de trazer o rap consciente, Kendrick entrega um disco extremamente interpessoal, no qual simula uma sessão de terapia e fala sobre temas importantes, como masculinidade tóxica, ciclo do abuso, transfobia, as armadilhas da fama, cultura da idolatria, traição e relações interraciais. O trabalho mais vulnerável e humano do rapper.
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Lançamento: 2023
Gênero: Ambiente
Após ter reinventado o R&B em seu debut, Kelela desconstrói totalmente o gênero em seu segundo projeto. Ouvir Raven é como uma imersão dentro de um oásis, uma experiência transcendental que, a despeito da produção mais maximalista de sua carreira, transmite a mesma sensação de escutar os sons de uma natureza paradisíaca e inexplorada. Liricamente, temos um álbum minimalista, onde a cantora aborda questões de relacionamentos sobre uma perspectiva feminina e queer.
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Lançamento: 2020
Gênero: Indie
Em seu segundo disco lançado na pandemia, Taylor continua sua jornada no indie folk. No álbum, a cantora mostra sua criatividade lírica e sua capacidade de contar histórias de ficção através de suas faixas, em seu projeto com a maior diversidade temática até então, abordando desde um pedido de casamento recusado até traição e feminicídio. Sonoramente, Taylor tem influência da banda The National e retoma sua sonoridade country do início da carreira. Um ótimo álbum para ouvir em frente à lareira no inverno.
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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2001
Gênero: Hip hop
Depois de revolucionar o hip hop com Supa Dupa Fly, Missy reafirma a presença feminina no gênero em seu disco mais refinado até os dias de hoje. Trazendo uma produção densa e inovadora, a cantora mescla sons experimentais, R&B, futurismo, gospel e até música indiana. Com as composições mais criativas de sua carreira, Missy canta sobre a liberdade sexual feminina, o hedonismo, romances e sobre sua autoestima e religião. Um álbum tão viciante como o nome indica!
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Lançamento: 2010
Gênero: Musical
Descrito como uma “ópera folk”, este álbum foi adaptado para um aclamado musical da homônimo da Broadley, vencedor de 8 Tony Awards em 2019. Com diversas vozes ao longo de 20 faixas, o disco traz uma adaptação da lenda grega de Eurídice e Orfeu, no qual a jovem é atraída por Hades para o submundo com a falsa promessa de escapar da pobreza, sendo resgatada pelo amado. Através da ficção, Anaïs traz críticas veladas ao autoritarismo e ao tráfico humano.
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Lançamento: 2018
Gênero: Hip hop
Após ser aclamada pelo mixtape Telephone, a rapper de Chicago debuta com um maravilhoso álbum independente, que se destaca tanto pela sua produção quanto pela sua qualidade lírica. Sonoramente, temos uma deliciosa mistura de jazz e neo soul. Liricamente, Noname aborda de forma humorada e confessional temas políticos, raciais e sexuais. Um projeto ousado, que denuncia o capitalismo como principal causa dos problemas da comunidade negra e periférica norte-americana.
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Lançamento: 2024
Gênero: Synth pop
Segundo projeto do duo argentino-americano, o álbum se destaca pela sua brilhante produção synth pop, uma das mais bem feitas da história do gênero. Entoados pela doce voz de Mica Tenenbaum, o álbum usa o conceito de disco imaginário, estrutura presente nos insetos relacionada à metamorfose, para falar de temas familiares e descrever a transformação de uma personagem, em suas reflexões sobre a própria autoestima, suas relações amorosas e seus valores.
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Lançamento: 2016
Gênero: Folk
Lançado 17 dias antes de sua morte, Leonard Cohen, eternizado pela canção Hallelujah, nos entrega um álbum de despedida capaz de arrancar lágrimas. Com mistura de sons folk, clássicos e tradicionais, Cohen usa os poemas das 9 faixas para discutir sua relação com Deus, sua crença tanto no judaísmo quanto no budismo, sua negação do cristianismo e seu acerto de contas com as mulheres que amou e as pessoas que magoou. Uma elegante e profunda despedida de um ícone.
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💿 | E estes foram os álbuns revelados hoje em nosso ranking:
71. You Want it Darker - Leonard Cohen
72. Imaginal Disk – Magdalena Bay
73. Room 25 - Noname
74. Hadestown – Anaïs Mitchell
75. Miss E… So Addictive – Missy Elliott
76. Evermore – Taylor Swift
77. Raven - Kelela
78. Mr. Morale & The Big Steppers – Kendrick Lamar
79. The Emancipation of Mimi - Mariah Carey
80. Visions – Grimes
Amanhã, revelaremos os álbuns nas posições 61-70.
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71. You Want it Darker - Leonard Cohen
72. Imaginal Disk – Magdalena Bay
73. Room 25 - Noname
74. Hadestown – Anaïs Mitchell
75. Miss E… So Addictive – Missy Elliott
76. Evermore – Taylor Swift
77. Raven - Kelela
78. Mr. Morale & The Big Steppers – Kendrick Lamar
79. The Emancipation of Mimi - Mariah Carey
80. Visions – Grimes
Amanhã, revelaremos os álbuns nas posições 61-70.
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Em 24 de agosto de 1954, Getúlio Vargas, presidente do Brasil, de 71 anos, faleceu ao disparar uma bala contra o próprio coração, em meio a intensa crise política causada por pressões de opositores, setores militares e da imprensa. Sua morte causou comoção nacional e marcou profundamente a política brasileira.
Vargas governou o país por mais de 25 anos, alternando entre nacionalismo, autoritarismo e reformas sociais. Durante seu período no poder, implementou importantes leis e medidas que moldaram a sociedade brasileira, mas também enfrentou críticas e deixou impactos negativos:
Principais leis e medidas de Getúlio Vargas
• Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, 1943): regulamentou férias, jornada de 8h, descanso semanal e direitos de mulheres e menores.
• Criação da Justiça do Trabalho (1941): órgãos especializados em conflitos trabalhistas.
• Salário mínimo (1936): garantia de remuneração mínima para trabalhadores urbanos.
• Carteira de trabalho (1932): registro oficial dos direitos do trabalhador.
• Estímulo à indústria nacional: proteção tarifária e criação de empresas estatais estratégicas.
• Leis de proteção a mulheres e menores: regulamentação da jornada e das condições de trabalho.
• Estado Novo (1937–1945): centralização do poder, censura à imprensa e repressão política.
Impactos negativos
• Autoritarismo e restrição das liberdades civis durante o Estado Novo.
• Censura à imprensa e perseguição a opositores políticos.
• Fortalecimento do poder presidencial em detrimento de instituições democráticas.
• Crises políticas recorrentes, incluindo conflitos com militares e a elite econômica.
Vargas deixou legado profundo nas áreas trabalhista, industrial e social, mas sua trajetória também é marcada por controvérsias políticas e sociais que influenciaram o país por décadas.
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💿 | Hoje daremos continuidade ao nosso ranking. A partir das 15:00, você conhecerá os álbuns que estão entre as posições 61 a 70 na nossa lista. Alguma aposta? @FeedInfo
💿 | Um dos álbuns do ranking hoje fez nosso ADM @LitteCacau chorar em diversas faixas!
Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
Lançamento: 2023
Gênero: Chamber pop
Nono trabalho de estúdio de Lana Del Rey, o disco surpreende pela mistura de momentos conversacionais e intimistas com influências que vão do gospel a batidas mais pesadas. A própria Lana definiu a obra como “muito verborrágica”, quase como se estivesse “digitando sua mente”, reforçando o caráter profundamente confessional das faixas. Trata-se de um trabalho maduro, sensível e ousado, que consolida Lana como uma das artistas mais inventivas de sua geração. Destaque para A&W, faixa em duas partes que traz sua crítica social mais afiada até então.
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