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Forwarded from Top 100 Álbuns - século 21
8️⃣7️⃣ • The Breakthrough - Mary J Blige

Lançamento: 2005
Gênero: R&B


Se nos anos 90 ela foi consagrada como a rainha do hip hop e R&B pelos magníficos “My Life” e “What’s the 411”, Mary J fez seu comeback com um disco que funde o R&B romântico a elementos de rock, jazz e blues. Neste sucesso comercial, Mary deixa de ser a jovem magoada que conhecíamos. Temos uma mulher experiente que sabe lidar com a dubiedade do amor, enquanto reflete sobre questões freudianas e entrega ótima performance vocal.
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8️⃣6️⃣ • Sweetener - Ariana Grande

Lançamento: 2018
Gênero: Pop


Em mais uma era bem-sucedida, Ariana Grande nos entregou seu álbum mais ousado até o momento. Sweetener traz uma sonoridade mais experimental com elementos de pop, r&b, trap e batidas eletrônicas. Além disso, letras que abordam temas como ansiedade, esperança e autoconfiança devido a um evento traumático na sua última turnê. O disco foi um sucesso imediato, que rendeu à cantora seu primeiro grammy da carreira, na categoria de Best Pop Vocal Album.
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8️⃣5️⃣ • Honey - Robyn

Lançamento: 2018
Gênero: Pop alternativo


Depois de encontrar seu nicho no pop alternativo, Robyn retorna com um projeto em que a produção synth pop traz elementos de house e new wave, nos lembrando até Grace Jones. Variando entre momentos de acerto de contas, sensualidade, nostalgia e hedonismo, o disco consegue falar com vários públicos ao mesmo tempo, mostrando que, além da inovação artística, a nossa diva sueca também é uma compositora pop inteligente.
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8️⃣4️⃣ • Arca - Arca

Lançamento: 2017
Gênero: Experimental


Poucos artistas desta geração usam tão bem a arte para falar da não binariedade de gênero como Arca. Em seu disco homônimo, que assim o chama por ser um trabalho onde ela e sua música se confundem, a artista venezuelana entrega uma produção maximalista, desafiando os conceitos de música e som. Liricamente, temos um álbum minimalista, onde ela traz o desejo de renascer e compara sua transição de gênero a uma troca de pele. Um album para quem tem mente aberta.
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8️⃣3️⃣ • Elephant - The White Stripes

Lançamento: 2003
Gênero: Garage Rock


Para quem pensou que o punk, o grunge e o rock de garagem estava morto, o duo White Stripes provou o oposto. Ouvir este álbum é como voltar aos anos 70 e 80, como se uma relíquia dos tempos áureos do punk fosse encontrada em nosso século. O grande destaque aqui é a faixa Seven Nation Army, smash hit em que Jack e Meg White cantam sobre a ira que sentiam com as fofocas maldosas sobre sua relação.
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8️⃣2️⃣ • Who is Jill Scott? Words and Sounds Vol. 1 - Jill Scott

Lançamento: 2000
Gênero: Neo soul


Junto a Lauryn Hill e Erykah Badu, Jill Scott foi a artists feminina que mais contribuiu para a consolidação do movimento neo soul. Porém, diferente de suas irmãs de alma, a obra de Jill é mais focada nas nuances do amor, da sexualidade feminina e do esoterismo. Este ótimo debut se destaca pela qualidade de suas composições românticas e eróticas e pela sonoridade envolvente dos rim shots, criando uma perfeita experiência espiritual.
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8️⃣1️⃣ • Random Acces Memories - Daft Punk

Lançamento: 2013
Gênero: Disco


Após o sucesso arrebatador no início do século, o duo francês voltou com um álbum com uma produção synth pop maximalista, que a todo momento presta homenagem à música disco europeia. Tendo recebido um grammy de “álbum do ano”, Random Access Memories traz ilustres colaboradores, como Pharrel Williams e Julian Casablancas. Seu grande destaque, porém, é a homenagem a Giorgio Moroder, percursor do synth pop europeu.
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27🔥1
🤜🍑 Você sabe o que é... fisting? E, não! Não é um ventríloquo em inglês. Saiba mais:

👀 Não sabemos se é o seu caso, mas há quem sinta muito tesão com a ideia de ter um punho inteiro sendo colocado dentro da vagina ou do ânus. Essa prática existe, e se chama fisting. Já ouviu falar?

👊 O fisting também é conhecido sob os nomes fist-fucking e handballing. É uma prática sexual em que se insere parte da mão, o punho inteiro ou mesmo o antebraço dentro da vagina ou do ânus do parceiro ou parceira. Há ainda pessoas que conseguem praticar introduzindo o pé.

🏳️‍🌈 Tal fetiche ganhou popularidade dentro da cultura gay. No entanto, também é realizado por outras pessoas, inclusive entre casais heterossexuais cisgênero.

🔞 A maior parte dos adeptos descobrem a existência do fisting na pornografia, ou por estarem, de alguma forma, inseridos nas práticas do BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo).

⚠️ Apesar de ser uma prática sexual que desperta um certo receio, é possível realizá-la de forma segura e sem se machucar. Mas, para isso, é preciso uma preparação. E, mesmo com todo preparo, a dor é algo subjetivo. Não é possível garantir zero desconforto no ato.

🤝 A sexóloga Tâmara Dias orienta que, para um fisting mais confortável, é necessário, antes de tudo, o consentimento, a vontade e o tesão. Não se deve topar praticar o fetiche apenas para agradar o parceiro ou parceira.

😈 Tâmara também recomenda usar e abusar do lubrificante, sem economizar. É algo obrigatório na prática do fisting, tanto na região vaginal quanto na anal, esta última não tem lubrificação própria, então se não lubrificar bem pode criar fissuras no ânus.

🚶‍♂️ Paciência é outra recomendação da sexóloga. A pornografia faz as pessoas acreditarem que tudo acontece muito fácil e rápido no sexo, mas não é assim que realmente funciona. No fisting, principalmente, é necessário ir devagar, começar aos poucos: um dedo, dois dedos, cinco dedos, a mão.

🍌 O uso de plugs e até mesmo dildos maiores, antes de partir para o antebraço, também é recomendado.

@FeedInfo | #sexo #educaçãosexual #fisting #fetiches #saúde #cuidado
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😁202👎21
💿 | Hoje retomaremos nosso ranking.

A partir das 15:00, você conhecerá os álbuns que estão entre as posições 71 e 80 na nossa lista.

Alguma aposta?

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8️⃣0️⃣ • Visions - Grimes

Lançamento: 2012
Gênero: Experimental


Em um disco escrito e produzido sozinha, Grimes mostrou o ápice de seu experimentalismo. Variando entre sons eletrônicos, psicodélicos, sombrios, ambientes e orgânicos, Grimes nos entrega um trabalho ambicioso, no qual fala desde sobre o abuso sexual que sofreu até sobre suas inseguranças no meio artístico. Em seu trabalho mais vulnerável, a artista prova que consegue compor de forma acessível acompanhada de sonoridade e visuais inovadores.

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7️⃣9️⃣ • The Emancipation of Mimi - Mariah Carey

Lançamento: 2005
Gênero: R&B


Depois dos problemas pessoais e com a antiga gravadora, Mariah fez seu comeback com um álbum que é quase um segundo debut. The Emancipation respira liberdade artística e prova sua longevidade na indústria. Com deliciosas canções R&B, hip hop e pop, Mariah abandona a garota apaixonada e com desejos aflorados do passado e mostra ser uma nova popstar, uma mulher adulta, de personalidade e com mais maturidade para falar de sensualidade e romance.

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7️⃣8️⃣ • Mr. Morale & The Big Steppers - Kendrick Lamar

Lançamento: 2022
Gênero: Hip hop


Depois de 1.855 do lançamento de seu histórico DAMN, Kendrick retorna, em meio à pandemia, com um projeto arriscado e diferente dos demais. Ao invés de trazer o rap consciente, Kendrick entrega um disco extremamente interpessoal, no qual simula uma sessão de terapia e fala sobre temas importantes, como masculinidade tóxica, ciclo do abuso, transfobia, as armadilhas da fama, cultura da idolatria, traição e relações interraciais. O trabalho mais vulnerável e humano do rapper.

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7️⃣7️⃣ • Raven - Kelela

Lançamento: 2023
Gênero: Ambiente


Após ter reinventado o R&B em seu debut, Kelela desconstrói totalmente o gênero em seu segundo projeto. Ouvir Raven é como uma imersão dentro de um oásis, uma experiência transcendental que, a despeito da produção mais maximalista de sua carreira, transmite a mesma sensação de escutar os sons de uma natureza paradisíaca e inexplorada. Liricamente, temos um álbum minimalista, onde a cantora aborda questões de relacionamentos sobre uma perspectiva feminina e queer.

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7️⃣6️⃣ • Evermore - Taylor Swift

Lançamento: 2020
Gênero: Indie


Em seu segundo disco lançado na pandemia, Taylor continua sua jornada no indie folk. No álbum, a cantora mostra sua criatividade lírica e sua capacidade de contar histórias de ficção através de suas faixas, em seu projeto com a maior diversidade temática até então, abordando desde um pedido de casamento recusado até traição e feminicídio. Sonoramente, Taylor tem influência da banda The National e retoma sua sonoridade country do início da carreira. Um ótimo álbum para ouvir em frente à lareira no inverno.

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7️⃣5️⃣ • Miss E… So Addictive - Missy Elliott

Lançamento: 2001
Gênero: Hip hop


Depois de revolucionar o hip hop com Supa Dupa Fly, Missy reafirma a presença feminina no gênero em seu disco mais refinado até os dias de hoje. Trazendo uma produção densa e inovadora, a cantora mescla sons experimentais, R&B, futurismo, gospel e até música indiana. Com as composições mais criativas de sua carreira, Missy canta sobre a liberdade sexual feminina, o hedonismo, romances e sobre sua autoestima e religião. Um álbum tão viciante como o nome indica!

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7️⃣4️⃣ • Hadestown - Anaïs Mitchell

Lançamento: 2010
Gênero: Musical


Descrito como uma “ópera folk”, este álbum foi adaptado para um aclamado musical da homônimo da Broadley, vencedor de 8 Tony Awards em 2019. Com diversas vozes ao longo de 20 faixas, o disco traz uma adaptação da lenda grega de Eurídice e Orfeu, no qual a jovem é atraída por Hades para o submundo com a falsa promessa de escapar da pobreza, sendo resgatada pelo amado. Através da ficção, Anaïs traz críticas veladas ao autoritarismo e ao tráfico humano.

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7️⃣3️⃣ • Room 25 - Noname

Lançamento: 2018
Gênero: Hip hop


Após ser aclamada pelo mixtape Telephone, a rapper de Chicago debuta com um maravilhoso álbum independente, que se destaca tanto pela sua produção quanto pela sua qualidade lírica. Sonoramente, temos uma deliciosa mistura de jazz e neo soul. Liricamente, Noname aborda de forma humorada e confessional temas políticos, raciais e sexuais. Um projeto ousado, que denuncia o capitalismo como principal causa dos problemas da comunidade negra e periférica norte-americana.

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7️⃣2️⃣ • Imaginal Disk - Magdalena Bay

Lançamento: 2024
Gênero: Synth pop


Segundo projeto do duo argentino-americano, o álbum se destaca pela sua brilhante produção synth pop, uma das mais bem feitas da história do gênero. Entoados pela doce voz de Mica Tenenbaum, o álbum usa o conceito de disco imaginário, estrutura presente nos insetos relacionada à metamorfose, para falar de temas familiares e descrever a transformação de uma personagem, em suas reflexões sobre a própria autoestima, suas relações amorosas e seus valores.

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7️⃣1️⃣ • You Want it Darker - Leonard Cohen

Lançamento: 2016
Gênero: Folk


Lançado 17 dias antes de sua morte, Leonard Cohen, eternizado pela canção Hallelujah, nos entrega um álbum de despedida capaz de arrancar lágrimas. Com mistura de sons folk, clássicos e tradicionais, Cohen usa os poemas das 9 faixas para discutir sua relação com Deus, sua crença tanto no judaísmo quanto no budismo, sua negação do cristianismo e seu acerto de contas com as mulheres que amou e as pessoas que magoou. Uma elegante e profunda despedida de um ícone.

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